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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Melatonina pode ajudar pessoas obesas

A melatonina, hormônio natural produzido pelo organismo, ajuda no controle de ganho de peso, mesmo sem a redução do consumo de alimentos, melhora o perfil lipídico no sangue, uma vez que reduz triglicérides, aumenta o colesterol HDL e reduz o colesterol LDL, aponta estudo da Universidade de Granada, na Espanha.

A melatonina é encontrada em pequenas quantidades em algumas frutas e legumes como a mostarda, amêndoas, sementes de girassol, cardamomo, erva-doce, coentro e cerejas. Segundo os pesquisadores, ingerindo estes alimentos é possível controlar o ganho de peso e prevenir doenças cardíacas associadas à obesidade e dislipidemia.

Os cientistas analisaram os efeitos da melatonina sobre a obesidade, dislipidemia e hipertensão arterial associada à obesidade. Os resultados mostraram que o hormônio teve efeitos benéficos nos ratos jovens que ainda não haviam desenvolvido qualquer doença metabólica ou do coração.

Para os cientistas, se a melatonina fizer em humanos o mesmo efeito que fez nos ratos, poderá ser uma arma eficaz no combate à obesidade e aos problemas cardíacos desencadeados pela doença.

Os resultados da pesquisa estão publicados no Journal of Pineal Research.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=9098&mode=browse&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Terapia com luz pode diminuir sintomas em pacientes depressivos

O inverno com certeza tem um ar mais triste do que outras épocas. Se você fica para baixo em tais meses do ano, pode estar sofrendo de transtorno afetivo sazonal (TAS). Nos EUA, as pessoas têm combatido a depressão com uma dose extra de luz artificial durante o dia.

Agora, um novo estudo descobriu que a terapia da luz é eficaz para tratar outros tipos de depressão também. Por exemplo, pessoas com TAS podem ter uma sensação que perdura ao longo dos meses de inverno, às vezes até mesmo na primavera, porque os dias mais curtos não os fornecem bastante luz solar direta.

O tratamento com luz brilhante (TLB), também conhecido como fototerapia, é uma terapia diária que consiste em passar pelo menos 30 minutos olhando indiretamente para uma “caixa de luz” que contém um tipo específico de luz.

As caixas de luz imitam os comprimentos de onda de luz solar e são mais brilhantes do que as lâmpadas normais; emitem um feixe de pelo menos 10.000 lux, uma medida da intensidade da luz. A luz do sol varia de 32.000 a 100.000 lux em um dia médio.

Recentemente, os cientistas descobriram que a TLB era eficaz no tratamento de sintomas como mau humor, ansiedade, letargia, irritabilidade e fadiga nas pessoas com TAS porque estimulava a produção de neurotransmissores como a serotonina e a dopamina, que promovem sentimentos positivos.

Eles então testaram a TLB em pessoas que sofrem de Transtorno Depressivo Maior (TDM), também conhecida como depressão clínica, uma forma de depressão que bagunça os ritmos circadianos em um forma semelhante a TAS. A condição é especialmente prevalente em idosos, e muitos dos quais não recebem suficiente exposição ao sol.

A equipe forneceu uma luz azul brilhante a 42 pacientes de 60 anos ou mais com TDM, para usar em casa por uma hora todas as manhãs durante três semanas. Outros 47 pacientes receberam uma tênue luz vermelha como placebo. 58% dos pacientes com TDM e a luz azul relataram menos sintomas depressivos, enquanto apenas 34% do grupo placebo relataram uma diminuição.

Os benefícios da terapia podem ser em parte devido à forma como o organismo repõe o seu ritmo circadiano a um estado mais natural após a exposição extra à caixa de luz. Os pesquisadores também observaram um maior aumento do hormônio melatonina entre aqueles que receberam a terapia da luz.

Segundo os pesquisadores, simplesmente utilizar mais luzes e lâmpadas com potência maior pode, literalmente, adicionar mais brilho para a vida de uma pessoa deprimida. Se a TLB reduziu a depressão não sazonal em pacientes idosos, a iluminação adicional pode ser facilmente implementada nas casas dos pacientes para servir como complemento no tratamento antidepressivo.

Fonte: http://hypescience.com/terapia-com-luz-pode-diminuir-sintomas-em-pacientes-depressivos/

segunda-feira, 28 de março de 2011

Medicamento à base de melatonina pode melhorar a qualidade de vida de portadores de demência

Um novo estudo, conduzido por médicos da Escócia, quer descobrir se uma droga associada ao sono pode melhorar a qualidade de vida das pessoas com demência.

A informação foi publicada no site do jornal britânico "The Telegraph" nesta segunda-feira.

A empresa de pesquisa médica CPS Research, em Glasgow, está conduzindo um ensaio clínico utilizando um medicamento contendo melatonina, um hormônio que induz ao sono. Os pesquisadores esperam que a substância reduza sintomas associados à demência.

A equipe do projeto "Melatonin in Alzheimer's Disease", pioneiro no mundo, espera recrutar 50 pacientes para o estudo, durante um período de seis meses.  Qualquer paciente diagnosticado com Alzheimer, que esteja em tratamento, pode ser elegível para participar do estudo.

A causa mais comum de demência é a doença de Alzheimer, mas outras condições que afetam o cérebro também podem causar o problema.

Segundo Gordon Crawford, do CPS Research, "a demência é uma condição degenerativa, que afeta a vida de famílias e amigos dos pacientes. Ao reduzir os sintomas da doença, espera-se que tanto os pacientes quanto seus acompanhantes possam desfrutar de uma qualidade de vida melhor".

"Na nossa base para o projeto, investigamos uma versão de liberação lenta do composto natural melatonina. Nossos resultados sugerem que os participantes funcionavam melhor durante o dia - possivelmente por causa de um padrão de qualidade do sono melhor."

"A melatonina não é utilizada no tratamento da demência, mas é registrada na Europa e no Reino Unido para uso em pacientes idosos com dificuldades para dormir. Já foi provado que o hormônio é seguro e isento de efeitos colaterais. Estamos investigando se o uso como um tratamento adicional da demência pode transformar a vida dos pacientes e seus cuidadores."

"Com a ajuda de voluntários da Escócia, nosso objetivo é determinar se a adição de melatonina aos tratamentos atuais pode proporcionar um grande avanço no tratamento da demência."

Para Alan Wade, do CPS Research, "o que sabemos é que os pacientes com Alzheimer não produzem melatonina como pessoas saudáveis. O estudo vai descobrir como a adição de melatonina os afeta."

A droga utilizada no estudo é chamada Circadin.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/894980-hormonio-do-sono-pode-reduzir-sintomas-da-demencia-diz-estudo.shtml

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Poluição Eletromagnética

Como se não bastasse:
1) Poluição do ar
2) Poluição das águas
3) Poluição do solo
4) Poluição sonora
5) Poluição visual

Temo também a já conhecida mas não "tão bem" elucidada POLUIÇÃO ELETROMAGNÉTICA... Acredito que por um bom tempo ainda ficará "inconclusiva", afinal é interesse da indústria de eletrônicos. Não conheço de forma aprofundada sobre o tema mas no tange a área que atuo (ortomolecular) sei que ondas eletromagnéticas são capazes de diminuir consideravelmente a liberação de um dos nossos principais neurohormônios e antioxidante endógeno: Melatonina.

O texto abaixo recebi de uma pessoa confiável e por isso repasso pro blog.



Electrosmog ou Poluição Electromagnética: Ameaça? Pricipio da Precaução é preciso?

“Our lives begin to end the day we become silent about things that matter”. Martin Luther King Jr. (1929 - 1968)

Um novo livro publicado por Samuel Milham - epidemiologista da cidade americana de Seattle que foi pioneiro na pesquisa de campos eletromagnéticos, "Dirty Electricity: Electrification and the Diseases of Civilization" revela que a eletricidade é responsável pela maioria das chamadas "doenças da civilização".
Detalhes em: http://electromagnetichealth.org/electromagnetic-health-blog/sam-milham/

Milham, o autor, recebeu em 1997 o prestigioso Prêmio Ramazzini pela sua contribuição à epidemiologia da doença ocupacional, com referência em particular ao risco carcinogênico dos campos eletromagnéticos. Milham é um expert internacional líder em perigos ocupacionais. Ele fez publicações datadas de 1979 que revelaram que a mortalidade das pessoas que trabalham com eletricidade aumentou devido a certos cânceres.

O trabalho do Dr. Milham é baseado em décadas de registros governamentais de mortes e eletrificação mostrando que a eletricidade é responsável pelo aumento na mortalidade causada por câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e suicídio desde o começo do século 20.

A propagação lenta da eletrificação residencial nos Estados Unidos na primeira metade do século 20 das áreas urbanas para as rurais resultaram por volta de 1940 em duas grandes populações que permitiram uma comparação detalhada da propagação da eletricidade com os índices de morte. A eletrificação é claramente associada aos índices maiores de doença e morte. Os índices de morte urbana foram de até 66% maiores do que os índices rurais para doenças cardiovasculares, doenças malignas, diabetes e suicídio em 1940. Os índices de mortes rurais foram significativamente correlacionados com o índice do serviço elétrico residencial por Estado para a maioria das causas examinadas.

A publicação do Dr. Milham sugere que a epidemia do século 20 das chamadas doenças da civilização incluindo doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e suicídio foi causada pela eletrificação e não pelo estilo de vida. Ele conclui também que uma grande proporção dessas doenças podem portanto ser evitáveis.

O Dr. Milham comentou também que: "O recente aumento explosivo das fontes de radiação por rádiofrequência e de transientes de voltagem de alta frequência, dos telefones celulares e torres, antenas terrestres, sistemas de telecomunicações WiFi e WiMax, Internet de banda larga através de fios elétricos e equipamento eletrônico pessoal podem estar levando a uma nova epidemia do século 21 igual à epidemia de campos eletromagnéticos do século 20". O fato de esta nova epidemia de doenças e mortalidade estar a caminho é uma grande preocupação para o Dr. Milham.

Como Lidar Com A Eletricidade Suja

Há maneiras de poder reduzir os níveis desta poluição dentro dos nossos ambientes. Pode ser tão simples como substituir as nossas lampadas “ditas económicas” por lampadas incandescentes, uma vez que as lampadas fluorescentes compactas (CFL) , que nos apregoam com “economicas”, criam nos circuitos elétricos, frequências altas e nocivas, emitem UV, contém Mercurio, e tem uma cintilação de frequência tão alta que confunde nosso cérebro. Tambem pode ser que altos niveis de poluição sejam devidos à proximidade de fontes externas de produção de altas frequências, como postes com antenas de telemóveis, ou porque os vizinhos possuam aparelhos que contaminem os circuitos e cablagens elétricas.

São aconselhadas medições dos ambientes de trabalho e quartos de dormir, onde se passam grandes períodos de permanência, e assim determinar os niveis de poluição existentes.

O Parlamento Europeu já reconheceu esta ameaça à nossa saúde, e a Comunidade Cientifica Europeia já determinou valores limite máximos, para a nossa exposição a esta nova ameaça do nosso bem-estar e saúde.

Mais especificamente o esforço da Eurodeputada Frédérique Ries, resultou na ” RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU de 2 de ABRIL DE 2009″ sobre as Preocupações com a saúde associadas aos campos electromagnéticos. Processo 2008/2211 (INI) AprovaçãoP6TA (2009) 0216.

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+REPORT+A6-2009-0089+0+DOC+XML+V0//PT

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Que Tipo De Problemas Podem Causar Estes Campos?

O sistema nervoso humano, trabalha com impulsos elétricos de muito baixa voltagem, e por isso, os campos induzidos no nosso corpo, causam fatores de desequilíbrio que explicam os vários tipos de sintomas e perturbações. E donde surgem estes campos elétricos que fazem elevar nossa Voltagem Corporal? Na maioria das vezes, eles são induzidos pelas cablagens elétricas que correm dentro das paredes, das nossas casas ou escritórios, ou muitas vezes pelos fios das extensões dos aparelhos que temos à nossa volta. Outra fonte destes campos, pode ser das cablagens no chão, ou no teto do vizinho de baixo, ou podem ser gerados por linhas de distribuição elétrica que passam perto da casa, linhas de alta tensão, linhas de elétricos ou comboios, tranformadores de potência ou sub-estações de distribuição, antenas de telemóveis e outras fontes diversas............

Pesquisas Estão Ligando Autismo A Campos Elétricos E Electromagnéticos, afirma o Dr. Dietrich Klinghardt, MD, PhD da Academia Neurobiologica de Klinghardt, Sussex UK..

Link http://www.klinghardtacademy.com/

Enfim, cientistas emergentes tem vindo a alertar para os efeitos biológicos adversos, causados por este cocktail de radiações electromagnéticas e pedem mais urgentes pesquisas a entidades como a Organização Mundial de Saúde, Parlamento Europeu e Governos. É preciso, aplicar o Principio da Precaução, limitando ao máximo a nossa exposição aos potenciais efeitos negativos.

Links:
www.icems.eu
www.dirtyelectricity.org

Ver no Youtube:

Mobile phones 'more dangerous than smoking: http://www.youtube.com/watch?v=wFpoG-vUffU

Dr. George Carlo EMF Cell Phone Dangers Interview: http://www.youtube.com/watch?v=2GD_BKTWyTY

Calif. Regulators Ban Cell Use By Train Operators: http://www.youtube.com/watch?v=dx2Ft7lZeuE&feature=related