Kefir e saúde intestinal



Kefir e o interesse crescente por alimentos fermentados

O kefir é um alimento fermentado tradicional que vem despertando crescente interesse entre pessoas que buscam compreender melhor a relação entre alimentação, microbiota intestinal e saúde. 

Diferentemente de modismos nutricionais passageiros, o kefir possui uma base histórica milenar e uma base científica crescente, que o posiciona como um alimento funcional relevante dentro da nutrição moderna. 

Seu consumo não se baseia apenas em crenças populares, mas em observações consistentes sobre seus efeitos na digestão, na tolerância alimentar e na saúde intestinal. O aumento do interesse por fermentados está diretamente ligado ao avanço do conhecimento sobre o papel das bactérias benéficas na fisiologia humana. 

Hoje se sabe que o intestino não é apenas um órgão digestivo, mas um centro metabólico, imunológico e neuroendócrino altamente ativo. Nesse contexto, alimentos como o kefir passam a ser vistos como ferramentas nutricionais que podem contribuir para o equilíbrio desse ecossistema interno. 

O mais importante é compreender que o kefir não é um remédio, mas um alimento biologicamente ativo, cujo efeito depende do contexto alimentar, do estado de saúde e da individualidade de cada pessoa.

O grão

O fascínio em torno do kefir também está relacionado ao fato de ele ser produzido de forma artesanal, transmitido por doação e mantido vivo ao longo de gerações. Os chamados “grãos de kefir” não são grãos verdadeiros, mas sim colônias simbióticas de bactérias e leveduras que coexistem em equilíbrio, formando uma estrutura gelatinosa capaz de fermentar o leite ou a água com açúcar. 

Essa característica confere ao kefir uma identidade quase única entre os alimentos fermentados, pois ele não depende de culturas industriais padronizadas, mas de um ecossistema vivo que se adapta ao ambiente em que é cultivado. 

Isso explica por que o sabor, a acidez e até os efeitos digestivos do kefir podem variar de pessoa para pessoa. A ciência moderna reconhece que essa variabilidade não é um defeito, mas uma característica biológica natural de sistemas vivos complexos. 

Ao compreender isso, o consumidor passa a ter uma visão mais realista e menos idealizada sobre o kefir. Trata-se de um alimento vivo, não de um produto farmacêutico com efeito previsível e uniforme.

Microbiota intestinal e a lógica por trás dos fermentados

O intestino humano abriga trilhões de micro-organismos que formam o que hoje se chama de microbiota intestinal, um ecossistema altamente complexo e essencial para a saúde. Durante muito tempo, acreditava-se que essas bactérias eram apenas coadjuvantes na digestão, mas atualmente se sabe que elas participam da produção de vitaminas, da modulação do sistema imunológico, do metabolismo energético e até da comunicação com o cérebro. 

Quando esse ecossistema está equilibrado, o organismo funciona melhor como um todo, com maior eficiência digestiva, melhor resposta inflamatória e maior resiliência metabólica. Quando há desequilíbrio, fenômeno chamado de disbiose, podem surgir sintomas como distensão abdominal, gases, constipação, diarreia, intolerâncias alimentares e até manifestações fora do intestino. É justamente nesse contexto que os alimentos fermentados ganham relevância, pois oferecem micro-organismos vivos e compostos bioativos capazes de interagir com esse ecossistema. 

O kefir, por conter uma grande diversidade microbiana, desperta especial interesse nesse cenário. Ele não atua como um antibiótico que elimina bactérias, mas como um modulador suave do ambiente intestinal.

É importante entender que consumir kefir não significa “colonizar o intestino permanentemente” com as bactérias presentes na bebida. A maioria desses micro-organismos exerce efeitos transitórios, mas biologicamente relevantes, enquanto passam pelo trato digestivo. 

Durante essa passagem, eles produzem substâncias como ácidos orgânicos, peptídeos bioativos e compostos antimicrobianos leves, que influenciam o ambiente intestinal. Além disso, eles interagem com as células da mucosa intestinal e com o sistema imunológico local, promovendo estímulos que podem favorecer o equilíbrio da microbiota residente. 

Esse conceito moderno explica por que mesmo alimentos fermentados consumidos regularmente podem gerar benefícios, mesmo sem colonização definitiva. O efeito não está apenas na presença da bactéria, mas na atividade metabólica que ela exerce. Essa visão mais sofisticada afasta a ideia simplista de que o kefir seria apenas um “repositor de bactérias boas”. Ele atua muito mais como um modulador funcional do ecossistema intestinal. Essa compreensão ajuda o consumidor leigo a ter expectativas mais realistas e cientificamente coerentes.

O que são os grãos de kefir e por que eles são tão especiais

Os grãos de kefir são estruturas biológicas compostas por uma matriz de polissacarídeos onde vivem diferentes espécies de bactérias e leveduras em simbiose. Essa comunidade microbiana trabalha de forma cooperativa, fermentando o leite ou a água com açúcar e produzindo uma bebida rica em compostos bioativos. 

Diferentemente de iogurtes comuns, que geralmente contêm duas ou três cepas bacterianas selecionadas industrialmente, o kefir pode conter dezenas de espécies diferentes. Estudos modernos com técnicas de sequenciamento genético mostram que algumas culturas de kefir ultrapassam cinquenta micro-organismos distintos, incluindo lactobacilos, lactococos, bifidobactérias, leveduras e bactérias ácido-acéticas. Essa diversidade é justamente o que torna o kefir biologicamente interessante. 

Cada micro-organismo produz metabólitos próprios, e a soma dessas atividades cria um alimento mais complexo do que um simples leite fermentado. No entanto, essa diversidade também significa que não existe um kefir “padrão universal”. 

Cada cultura doméstica é única, e seus efeitos podem variar. Essa característica exige uma postura mais consciente e menos dogmática no consumo.

O processo de fermentação do kefir também influencia diretamente suas propriedades. Quanto mais tempo o kefir fermenta, mais ácido ele se torna, mais lactose é consumida pelas bactérias e mais compostos bioativos são formados. Isso pode ser vantajoso para algumas pessoas, como aquelas com intolerância à lactose, mas pode ser desconfortável para outras, especialmente quem tem estômago sensível ou tendência a refluxo. 

A ciência atual reconhece que o tempo de fermentação é um dos principais fatores que determinam a tolerabilidade do kefir. Fermentações mais curtas produzem uma bebida mais suave, menos ácida e geralmente mais fácil de digerir. Fermentações mais longas produzem um kefir mais intenso, mais ácido e com maior atividade biológica. 

Por isso, o uso do kefir deve ser adaptado à individualidade de cada pessoa, e não seguido como uma regra rígida. Essa flexibilidade é uma das grandes vantagens do kefir quando comparado a produtos industrializados. Ele pode ser ajustado de acordo com o organismo de quem consome.

Kefir de leite e kefir de água: diferenças importantes

O kefir pode ser preparado tanto em leite quanto em água com açúcar, e essas duas versões apresentam diferenças relevantes. O kefir de leite utiliza o próprio leite como substrato para as bactérias e leveduras, produzindo uma bebida rica em proteínas, cálcio, vitaminas e compostos derivados da fermentação da lactose. 

Esse tipo de kefir costuma ter sabor semelhante ao iogurte natural e pode ser incorporado facilmente à alimentação na forma de bebidas, vitaminas, molhos e até preparações culinárias. Já o kefir de água, também conhecido como tibico, utiliza açúcar mascavo ou outro tipo de açúcar como substrato, produzindo uma bebida mais leve, gaseificada e geralmente mais ácida. 

O perfil microbiológico do kefir de água tende a ter maior presença de leveduras, o que pode alterar tanto o sabor quanto os efeitos digestivos. Ambas as versões podem ser benéficas, mas não são equivalentes do ponto de vista nutricional. 

O kefir de leite fornece nutrientes que o kefir de água não oferece, como cálcio e proteínas de alto valor biológico. Por outro lado, o kefir de água pode ser uma alternativa para quem não consome laticínios.

A tolerância ao kefir também varia conforme o tipo utilizado. Muitas pessoas com intolerância à lactose conseguem consumir kefir de leite sem sintomas, especialmente quando a fermentação ultrapassa 24 horas, pois grande parte da lactose é degradada pelas bactérias. Ainda assim, essa tolerância não é garantida para todos, e algumas pessoas podem apresentar desconforto mesmo com fermentações longas. 

O kefir de água, por conter açúcar no processo, pode ser menos interessante para quem precisa controlar o consumo de carboidratos simples. Além disso, seu sabor mais ácido pode limitar a aceitação. A escolha entre kefir de leite e de água deve considerar preferência pessoal, tolerância digestiva e contexto alimentar geral. 

A ciência atual reforça que não existe uma forma superior de maneira absoluta, mas sim aquela que se adapta melhor a cada organismo. Essa visão personalizada é mais coerente com o que se sabe hoje sobre nutrição e microbiota.

Benefícios potenciais e limites reais do kefir

Diversos estudos sugerem que o consumo regular de alimentos fermentados pode estar associado a melhor digestão, regulação do trânsito intestinal e maior diversidade da microbiota. No caso do kefir, pesquisas apontam possíveis efeitos na modulação do sistema imunológico, na redução de inflamações leves e na melhora da função da barreira intestinal. Esses efeitos são atribuídos tanto às bactérias vivas quanto aos metabólitos produzidos durante a fermentação. 

Alguns compostos presentes no kefir, como peptídeos bioativos e polissacarídeos específicos, vêm sendo estudados por seu potencial efeito antioxidante e anti-inflamatório. Também há interesse científico no papel do kefir na produção de vitaminas do complexo B e na melhoria da digestibilidade das proteínas do leite. 

No entanto, é fundamental compreender que esses efeitos são graduais, sutis e dependem do contexto global da alimentação. O kefir não atua como um medicamento com efeito imediato e direcionado. Ele funciona como parte de um estilo alimentar mais saudável e equilibrado.

Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer os limites do kefir para evitar expectativas irreais. Ele não é um tratamento isolado para doenças intestinais complexas, não substitui medicamentos e não resolve desequilíbrios severos da microbiota por conta própria. Algumas pessoas, especialmente aquelas com intestino mais sensível, podem experimentar aumento de gases, desconforto abdominal ou alteração do hábito intestinal ao iniciar o consumo. 

Isso não significa que o kefir seja ruim, mas que o organismo precisa de adaptação ou que talvez a forma, a quantidade ou o tempo de fermentação não estejam adequados. A ciência atual enfatiza que qualquer alimento biologicamente ativo deve ser introduzido com atenção à resposta individual. O consumo consciente, gradual e observando os sinais do corpo é a forma mais segura de aproveitar os potenciais benefícios do kefir. Essa abordagem evita frustrações e promove uma relação mais saudável com o alimento.

Kefir, probióticos e outros lácteos fermentados

O kefir costuma ser comparado a iogurtes probióticos e outros leites fermentados disponíveis no mercado. A principal diferença está na diversidade microbiana e no grau de padronização. Produtos industrializados geralmente contêm cepas específicas, selecionadas por sua estabilidade e segurança, enquanto o kefir apresenta uma comunidade muito mais diversa e variável. Isso pode ser uma vantagem do ponto de vista ecológico, mas também significa menor previsibilidade. 

Iogurtes probióticos têm a vantagem de oferecer concentração conhecida de bactérias específicas, o que é útil em algumas situações. A coalhada caseira, por sua vez, contém menos diversidade microbiana, mas ainda assim pode ser mais digestiva que o leite comum. 

O kefir se destaca por unir diversidade, tradição e potencial funcional. Nenhuma dessas opções é necessariamente melhor de forma absoluta. Elas podem coexistir e fazer parte de uma alimentação variada e equilibrada.

Para quem se interessa por lácteos fermentados, compreender essas diferenças ajuda a fazer escolhas mais conscientes. Não é necessário consumir apenas kefir para obter benefícios dos fermentados. Alternar entre iogurte natural, coalhada, kefir e outros produtos fermentados pode ser uma estratégia interessante para diversificar o contato com diferentes micro-organismos. 

A ciência atual valoriza a diversidade alimentar como um dos pilares para uma microbiota mais resiliente. Quanto mais variada a dieta, maior tende a ser a diversidade microbiana no intestino. Nesse sentido, o kefir é uma ferramenta valiosa, mas não precisa ser a única. Ele pode ocupar seu espaço dentro de um conjunto mais amplo de alimentos fermentados e naturais. 

Essa visão amplia o entendimento do consumidor e evita a criação de dependência de um único alimento como se fosse solução universal.

Uso consciente, segurança e orientação adequada

Embora o kefir seja considerado seguro para a maioria das pessoas saudáveis, seu preparo doméstico exige cuidados básicos de higiene. Como qualquer alimento fermentado, ele pode ser contaminado se preparado com utensílios sujos, água de má qualidade ou armazenamento inadequado. 

Por isso, é fundamental utilizar recipientes limpos, água potável e seguir orientações básicas de manipulação. Pessoas com imunidade muito comprometida devem ter cautela adicional com alimentos fermentados caseiros, pois seu organismo pode ser mais vulnerável a contaminações. 

Esse cuidado não deve gerar medo, mas consciência. Milhões de pessoas consomem kefir diariamente de forma segura quando seguem práticas simples de higiene. A preparação caseira, quando bem feita, é considerada segura e tradicional em diversas culturas. A educação sobre o preparo é mais eficaz do que a restrição indiscriminada.

Outro ponto importante é compreender que nem toda pessoa com desconforto digestivo deve iniciar o consumo de kefir sem avaliação. Pessoas com síndrome do intestino irritável, intolerâncias alimentares importantes ou sintomas gastrointestinais persistentes devem buscar orientação profissional antes de introduzir alimentos fermentados de alta atividade biológica. 

Em alguns casos, pode ser necessário primeiro tratar a mucosa intestinal, ajustar a alimentação e depois inserir o kefir gradualmente. Isso não desvaloriza o kefir, mas demonstra maturidade no seu uso. A ciência moderna não trabalha com soluções universais, mas com individualização. 

O kefir pode ser um aliado importante quando bem utilizado, mas não deve ser encarado como um recurso obrigatório para todos. Essa compreensão protege o consumidor e fortalece o uso consciente dos alimentos fermentados.

O valor cultural e científico do kefir na alimentação moderna

O kefir representa um encontro interessante entre tradição e ciência. Por séculos, ele foi utilizado empiricamente em diferentes culturas, muito antes que se compreendesse o conceito de microbiota ou probióticos. Hoje, a ciência começa a explicar mecanismos que antes eram apenas observados na prática. Esse resgate de alimentos tradicionais pela ciência moderna é um fenômeno cada vez mais comum na nutrição. 

O kefir não é apenas uma bebida, mas um exemplo de como práticas alimentares ancestrais podem dialogar com descobertas científicas atuais. Para quem se interessa por lácteos fermentados, compreender essa conexão torna o consumo ainda mais rico e consciente. Ele deixa de ser apenas uma moda e passa a ser uma escolha cultural, biológica e nutricional fundamentada.

Ao mesmo tempo, é essencial manter o equilíbrio entre entusiasmo e senso crítico. O kefir não é um superalimento milagroso, mas um alimento funcional com potencial interessante quando inserido em uma alimentação adequada. Seu valor está na constância, na qualidade do preparo e no contexto alimentar como um todo. 

Pessoas que consomem kefir mas mantêm uma dieta pobre em fibras, rica em ultraprocessados e com hábitos de vida desregulados não terão benefícios significativos apenas por incluir essa bebida. A ciência atual reforça que saúde intestinal é resultado de um conjunto de fatores, e não de um único alimento. O kefir pode ser parte dessa construção, mas não é a base isolada dela. Essa visão realista protege o consumidor e valoriza o conhecimento científico.


Autor: Dr. Frederico Lobo - Médico Nutrólogo - CRM-GO 13192 - RQE 11915 - Gostou do texto e quer conhecer mais sobre minha pratica clínica, clique aqui. 

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Comentários

  1. Olá, Doutor
    É muito esclarecera esta matéria. Parabéns e obrigado por contruir publicamente na net com seu conhecimento. Isso é muito importante para pessoas que, como eu, gostam de se informar. Tenho candidiase crônica a 2 anos e já fiz cerca de 40 tratamento alopáticos, homeopáticos e dieta com corte de carboidratos e açucares. Nada deu certo até hoje! Tb já fiz uso do Kefir por curto período. Agora estou prestes a comprar um produto americano em cápsulas, um probiótico com 30 bilhões de culturas vivas a fim de tentar repovoar minha microbiota e compater o crescimento descontrolado da candida albicans. O quadro de composição do suplemento está logo abaixo. Gostaria de saber se o Kefir tem tantos microorganismos quanto este suplemento americano, pois se trata de um produto caro e só quero investir se realmente for um diferencial que não encontraria no Brasil. O senhor pode dar uma olhada e me orientar, por favor? Desde agradeço a atenção.

    Blend of 8 Probiotic Strains 30 Billion CFUs
    Lactobacillus acidophilus 12 Billion CFU's
    Bifidobacterium lactis 12 Billion CFU's
    Lactobacillus casei 1 Billion CFU's
    Bifidobacterium breve 1 Billion CFU's
    Lactobacillus salivarius 1 Billion CFU's
    Lactobacillus plantarum 1 Billion CFU's
    Bifidobacterium longum 1 Billion CFU's
    Lactobacillus rhamnosus 1 Billion CFU's

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  2. OLÁ PESSOAL MATERIA SUPER INFORMATIVA,PARABENS Dr. FREDERICO LOBO
    E QUEM ESTIVER PRESCISANDO DO KEFIR E NAO ESTIVER ACHANDO TENHO PARA DOAÇÃO OS 2 TIPOS DE AGUA E DE LEITE E TAMBEM O COMBUCHÁ
    SO ENVIAR UM E-MAIL PARA DILZAANJOEVIDA@MSN.COM
    COLOCANDO KEFIR DOAÇAO NO ASSUNTO
    TAMBEM TENHO MUITAS RECEITAS DESENVOLVIDAS COM OS 2 TIPOS DE KEFIR
    SAUDE A TODOS
    DILZA

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. PROCURANDO PELO KEFIR? TENHO OS 2 TIPOS DE AGUA E DE LEITE E TAMBEM O KOMBUCHÁ E Caspian Sea Yogurt (CSY)
    ENVIO PARA TODO BRASIL
    SO ENVIAR UM E-MAIL PARA DILZAANJOEVIDA@MSN.COM
    COLOCANDO KEFIR NO ASSUNTO
    TAMBEM TENHO MUITAS RECEITAS DESENVOLVIDAS COM TODOS
    SAUDE A TODOS
    DILZA

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    Respostas
    1. Bom dia Sr.Dilza,tenho kefir ,porém não tenho receitas,você pode me enviar?meu E-mail reginaldo_beth@hotmail.com

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    2. Preciso do produto, como faço para conseguir doação, email roselaineseguris@terra.com.br, whatsapp 11 973908800

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    3. Olá Kefir Saúde! Sou novo nesse Universo dos probióticos e prebióticos, e se possível, gostaria de obter os Kefir de leite e de água, Kombucha e esse Caspian! Obrigado pela atenção
      maycon134@yahoo.com.br

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  5. Olá, pessoal!

    Temos um grupo de doação de Kefir pelo Facebook.

    Acesse e conheça: https://www.facebook.com/groups/kefirdeleite

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  6. Boa tarde Doutor, gostei muito do seu trabalho. Eu tenho kefir para doação e caso queira pode deixar meu contato disponível para os interessados. Somente entrega em mãos, São Paulo, capital, USP/Butantã. erika_peixes@hotmail.com

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  7. Olá, eu tentei doação e não consegui, então encontrei uma loja online que vende o Kefir de Leite e comprei por R$24,90 com frete grátis, levou 5 dias e chegou no meu endereço, eles disseram que envia para qualquer cidade do Brasil, o site é esse se interessar para alguém:

    kefirdeleite.com

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  8. Faço doação por carta zap 74 999852061

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  9. Algum doador de kombuncha em goiania?

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  10. Ola tenho todos os tipos de probioticos envio por carta kefir tibico kombucha willi filmjolk csy bulgaricus amasi whatsapp 44 99171714

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  11. Boa tarde. Como faz KOMBUCHÁ?? Nunca ouvi falar.

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  12. Olá, alguém sabe dizer quantas horas o fermentado do tibico para tratar constipação crônica intestinal ?
    Tenho tibico, mas não sei como usar. Dizem que de acordo com o tempo pode fazer efeito contrári e prender mais. No aguardo .

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  13. Bom artigo, Doutor. O único problema desses probióticos manipulados é o preço. São bem caros. Se eu colocar esses probioticos manipulados no leite, eles se multiplicam como o Kefir? Já o Kefir é de graça e se tivermos higiene não contamina não. Conheço gente que cultiva Kefir em casa há anos e já cedeu amostras pra laboratórios e o Kefir estava bem saudável e com muitas propriedades benéficas. Mas, compreendo que médicos prefiram probióticos manipulados, pois só dessa forma, tem com ter a certeza dos tipos de lactobacilos que o paciente consome. É uma questão de precaução, compreendo. Mas creio eu que o Kefir pode ser ainda mais benéfico que esses probióticos manipulados.

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  14. Não comprem Kefir, tem sempre um doador próximo de vcs. Entrem no grupo https://www.facebook.com/groups/DoacaodeprobioticosBrasil/?fref=ts da Daniela, ela sempre arruma doadores nas mais diversas regiões. Doar Kefir incentiva a solidariedade e o bem estar do próximo. Entre no grupo e partilhe dessa corrente do bem.

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  15. Nosso site tem um cadastro de doadores de Probióticos (Kefir), além de Viili, Iogurte Cáspio (Caspian Sea Yogurt - CSY), Filmjölk, Bulgaricus, Amasi, Skyr, Kombuchá e Jun. Acesse o site, encontre o seu Estado e entre em contato com o doador mais próximo de você. http://www.probioticosbrasil.com.br/

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  16. consegui o meu Kefir na www.biobone.com.br

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  17. Boa noite sou de Brasília e tenho Kefir de água para doar.

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  18. Olá amigos, tenho doação colaborativa de Kefir e outros Probióticos e posso enviar pelos Correios para qualquer Cidade do Brasil.

    Se alguém precisar podem me chamar no meu Whatsapp: 42 998573691 para combinarmos sobre o envio.

    Tenho os seguintes Probióticos para Doação:

    Kefir de Leite,
    Kefir de Água,
    Kombucha,

    Iogurtes Infinitos:
    Caspio,
    Viili,
    Bulgaricus,
    Filmjolk.

    Qualquer coisa podem me chamar no meu Whatsapp: 42 998573691

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  19. Olá amigos, tenho doação colaborativa de Kefir e outros Probióticos e posso enviar pelos Correios para qualquer Cidade do Brasil.

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    Kefir de Leite,
    Kefir de Água,
    Kombucha,

    Iogurtes Infinitos:
    Caspio,
    Viili,
    Bulgaricus,
    Filmjolk.

    Qualquer coisa podem me chamar no meu Whatsapp: 42 998573691

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  20. Ou estou com dúvidas tenho gastrite e bactérias no estômago (hpylory)qual kefir devo tomar?

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  21. Estou fazendo uso de kefir ha tres semanas fermentacao 24 hrs,meu intestino é normal, mas estou com gases,tem alguma ligacao?

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  22. Oi. Fiz uso de Kefir por um período e percebi que ele travou meu intestino e me deu muitos gases. Quando parei o uso o intestino voltou ao normal. Não tenho problemas com lactose. É normal acontecer isso?!?

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  23. Tenho de agua e o sabor é ótimo. Não é amargo e nem ácido. Tem um leve sabor fermentado, o gás sai todo ao mexer o recipiente e coar. Nunca ficou ácido. Simplesmente uma aguinha doce. Já o de leite ficou bem mais ácido e não achei o sabor agradável. O resultado para minhas intolerâncias foi maravilhoso. Adoro! Tomo 3 copos por dia.

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  24. Boa noite, passei a consumir Kefir justamente em busca dos benefícios citos nesta matéria, contudo achei por bem fazer a suspensão do uso devido a uma aparição pontinhos vermelho nos pés como se fosse picada de pernilongos e coça muito! Existe um grupo no face sobre o Kefir e lá vi que algumas pessoas relatam o mesmo sintoma após o consumo. Gostaria de saber o porque até mesmo porquê eu gostaria de continuar a usar, por hora estou tratando a colônia mas acabo jogando fora por não usar. Obrigada.

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  25. QUEM DESEJAR EU TENHO TANTO O KEFIR DE LEITE COMO DE ÁGUA, KOMBUCHA CASPIAN E LEVAIN
    ENTREM EM CONTATO
    MEU E-MAIL
    DILZAANJOEVIDA@MSN.COM
    OU NO WHATS
    44 991136970

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  26. Amei a informação
    Parabéns Doutor!

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  27. O tempo de fermentação depende da variação da temperatura do ambiente! De 30 graus à 18 graus, de praxe a fermentação ocorrerá entre 12h à 24h e terá efeito mais laxativo; entre 24h à 36h a tendencia é regular os intestinos; assim como de 36h 48h, ou mais tenderá a prender.

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  28. Excelente matéria, já faço uso do kefir, mas na matéria foi dito que para o kefir de leite é melhor utilizar o leite desnatado, é isso mesmo? Pois sempre utilizei o integral.

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  29. Eu uso kerfi estou adorando .que quiser posso doar .entra contato.

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  30. Onde comprar kefir de leite em Goiânia?

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