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sábado, 6 de junho de 2020

5 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente - O que você fazer para minimizar impactos ambientais ?


Ontem, 5 de Junho foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e na minha concepção, é impossível ter saúde se não se respeita o meio ambiente.

Somos seres integrados a um ecossistema e qualquer disrupção nessa simbiose pode levar a algum tipo de transtorno, como por exemplo:
  • Cronodisrupção.
  • Poluição do ar, solo, águas.
  • Poluição luminosa (excesso de luminosidade no período noturno).
  • Poluição sonora.
  • Ambientes não-biofilicos (pouco verde)
  • Pouco contato com a natureza.
  • Baixo conforto térmico.
Há 14 anos estudo a inter-relação entre saúde e meio ambiente (essa foi a razão de montar esse blog). Cada dia me convenço mais da força dessa simbiose e que não existe poluição, o que existe é envenenamento. Essa poluição a qual estamos sendo submetidos deveria ser considerada um problema de saúde pública mundial. Entretanto, é negligenciada até mesmo por nos médicos, afinal há poucos estudos sobre disrupção endócrina, carcinogênese oriunda de agrotóxicos e metais tóxicos...doenças neurodegenerativas e sua correlação com poluentes orgânicos persistentes (POPs) e metais tóxicos. Uma das poucas sociedades médicas que estudam esses efeitos é a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), com a campanha sobre Disruptores endócrinos. Além disso lançou um Guia dos Disruptores endócrinos. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) também tem um posicionamento acerca dos agrotóxicos e provável carcinogênese.


E o que podemos fazer para tentar minimizar esse impacto na nossa saúde?
  • Jogue lixo no lixo
  • Separe os lixos e recicle.
  • Ajude a educar e conscientizar próximas gerações.
  • Defenda o meio ambiente (todos os biomas em especial o cerrado, o berço das nossas águas).
  • Dê preferência por uma alimentação mais "limpa".
  • Compre de produtores locais e de preferência orgânicos.
  • Durma bem, afinal sono = qualidade de vida.
  • Não tenha muito tecido adiposo, a cascata que ele gera vai muito além de bioquímica.
  • Pratique atividade física pois ela é adjuvante no nosso processo de destoxificação.
  • Exponha-se ao sol.
  • Tenha contato com a natureza.
  • E lembre-se que tudo está integrado.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Poluição eletromagnética

Em torno dessas fontes geradoras de radiofrequência e transmissoras de eletricidade, campos eletromagnéticos atravessam paredes, interferem no funcionamento de equipamentos eletrônicos e, para desespero dos corretores, podem atrapalhar a venda de um imóvel.

Mas, afinal, as antenas oferecem risco à população?

VEJA consultou especialistas e descobriu que a resposta não é simples. Ao contrário da temida radiação emitida pelos aparelhos de radiografia, que em doses excessivas comprovadamente altera a estrutura das células e pode provocar câncer, as ondas não ionizantes, irradiadas por antenas e linhas de transmissão de energia elétrica, ainda causam controvérsia.

REDES DE ALTA-TENSÃO

O que se diz: o campo eletromagnético proveniente das torres de transmissão de energia seria responsável pelo aumento da incidência de câncer, principalmente de casos de leucemia em crianças.

O que dizem os especialistas: em geral, a radiação emitida pelas redes de energia elétrica que cortam as cidades não é perigosa. "São redes de média tensão, que trabalham com menor voltagem e, por isso, geram campos eletromagnéticos menos intensos", explica José Pissolato Filho, coordenador do laboratório de alta-tensão da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Essas linhas são sustentadas por torres de, no máximo, 20 metros de altura.

Os estudos que relacionam o risco de câncer com as redes de energia elétrica referem-se às linhas de alta-tensão, que passam por torres de mais de 30 metros de altura e não cruzam as cidades.

Em 2005, um estudo inglês concluiu que crianças que vivem num raio de 200 metros dessas redes de alta-tensão têm 70% mais probabilidade de desenvolver leucemia. "Não existem, porém, comprovações científicas de que esses campos eletromagnéticos causem câncer, principalmente quando são respeitadas as áreas de isolamento", diz Pissolato.

Pessoas que invadem essa zona de segurança podem perceber a ação das ondas eletromagnéticas sobre o cérebro. "Dependendo da proximidade, as ondas podem interferir na sinapse dos neurônios e afetar o raciocínio e a coordenação motora", diz o neurofisiologista Fernando Pimentel de Souza, professor da Universidade Federal de Minas Gerais

ANTENAS DE TELEFONIA MÓVEL

O que se diz: pessoas que moram ou trabalham perto de antenas de telefonia móvel, as estações radiobase (ERBs), teriam maior propensão a desenvolver tumores malignos.

O que dizem os especialistas: a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) regulamenta as estações radiobase segundo orientações da Organização Mundial de Saúde - que, por sua vez, avalia centenas de estudos internacionais sobre seus efeitos nos seres humanos. E as normas adotadas por muitos países, inclusive o Brasil, estabelecem margens de segurança bem folgadas.

O problema é que não há consenso entre os cientistas sobre os efeitos da radiação e, consequentemente, sobre a forma como são conduzidos os estudos. Uma corrente de pesquisadores acredita que sua característica predominante seja o poder de aquecimento, como acontece no forno de micro-ondas. Outro grupo de cientistas, porém, teme que a alteração térmica seja apenas um dos efeitos dessa radiação.

"É preciso levar em conta que a exposição a longo prazo pode provocar danos nos tecidos e quebra da molécula de DNA. Daí a associação com o surgimento de tumores", diz Álvaro Almeida de Salles, professor de engenharia elétrica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Pesquisas realizadas na Alemanha e em Israel, ambas divulgadas em 2004, indicaram que morar próximo a uma ERB pode triplicar a probabilidade de desenvolvimento de tumores. Por que alguns cientistas relutam em aceitar esses resultados?

"Os estudos epidemiológicos apenas comparam dados estatísticos - de grupos de habitantes expostos com grupos de moradores não expostos a campos eletromagnéticos -, sem apresentar uma relação de causa e efeito. Ou seja, pode haver outras variáveis em jogo", afirma o engenheiro eletrônico José Thomaz Senise, professor e pesquisador do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo


ANTENAS DE TRANSMISSÃO DE RÁDIO E TV

O que se diz: além de interferirem no funcionamento de aparelhos eletrônicos, as ondas de radiofrequência causariam nas pessoas desde dores de cabeça até o risco de desenvolver diversos tipos de câncer o que dizem os especialistas: "Nenhuma pesquisa científica conseguiu comprovar que os campos eletromagnéticos cuja intensidade esteja dentro dos limites de segurança ofereçam riscos à saúde", afirma o professor Luiz Trintinalia, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Mesmo assim, o assunto cria polêmica. Há duas semanas, a Suprema Corte italiana determinou que a Rádio Vaticano indenizasse uma pequena cidade nos arredores de Roma sob o argumento de que a radiação emitida por uma das antenas da estação estaria acima dos níveis seguros e seria responsável pelo aumento dos casos de tumores e leucemia em crianças.

Os equipamentos eletrônicos, por sua vez, de fato não estão imunes às ondas da radiodifusão. "Mesmo em níveis seguros, a radiação pode interferir no funcionamento dos circuitos elétricos desses produtos", diz Trintinalia.

A culpa pelo computador que se reinicia sozinho, assim, pode ser do campo eletromagnético - e não da lei de Murphy ou da inaptidão tecnológica do dono.

Já os portadores de marca-passos cardíacos estão a salvo. "A interferência nesses aparelhos é muito rara. Em geral, seus circuitos são protegidos da radiofrequência ambiente", explica o cardiologista Carlos Alberto Pastore, do Instituto do Coração, em São Paulo.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/saude/poluicao-eletromagnetica-622671.shtml

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Telefones celulares e seus riscos

Existem sérias contradições entre o relatorio da revista New Scientist, da Grã-Bretanha, e um estudo oficial finlandês sobre a influencia dos telefones celulares na produção de câncer.

A publicação britânica enfatiza a formação de câncer enquanto os finlandeses indicam que não existe qualquer tipo de influencia dos celulares na produção de tumores.

À parte, alguns dados são analisados e devem ser levados em conta, após observações serias a respeito, tais como:
- a incidência de tumores cerebrais malignos foi 5,9 vezes maior com uso de celulares analógicos, 3,7 vezes maior com celulares digitais e 2,3 vezes maior com uso de telefones sem fio em mais de 2000 horas cumulativas de uso, segundo a revista International Archives of Occupational Environmental Health em 2006, no seu número 25;
- em ratos de laboratório, e isso pode não se aplicar obrigatoriamente a humanos, radiação de telefones celulares levou a estresse oxidativo na córnea e cristalino , provocando aceleração de processos degenerativos nos olhos, segundo a revista Current Eye Res, em seu numero 32 de 2007;
- devido á forma de suas cabeças, as crianças recebem 60% de radiação a mais de telefones celulares do que os adultos , conforme a revista Electromagnetic Biology, em 2006, no seu numero 25;
- estudos patrocinados pelas industrias que produzem telefones celulares foram os que mais enfatizaram o fato de não existirem danos à saúde, conforme artigo publicado na revista Environmental Health Perspective, em 2007, em seu numero 115;
- uma pesquisa dinamarquesa não encontrou ligações entre celulares e formação de tumores cerebrais, conforme publicado na revista Journal of the National Câncer Institute, em 2006, em seu numero 98.

Críticos a esta pesquisa ressaltaram que o estudo constou apenas de pessoas que utilizam celulares de forma inconstante alem dela ter sido patrocinada pela propria industria da telefonia.

O importante é ficarmos atentos às noticias que se referem a este tema e somente tirarmos conclusões definitivas após compararmos dados de varias fontes de estudos sérios e isentos de compromissos com fabricantes dos produtos. Não se pode desconsiderar o fato dos telefones moveis liberarem radiações eletro-magneticas que, conforme intensidade e tempo de exposição, sabidamente podem provocar danos à saúde dos seres vivos.

Fonte: http://www.sergiovaisman.com.br/mostra_news2.php?id=140

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Estudo indica que telefone celular altera atividade cerebral

Um estudo americano sugere que o uso de telefones celulares por um período prolongado pode afetar o funcionamento de nossos cérebros, ainda que não haja conclusões sobre os efeitos disso na saúde.

Os cientistas dos Centros Nacionais de Saúde dos EUA (NIH) notaram que, após 50 minutos de conversa no celular, havia 7% mais consumo de açúcar no cérebro nas regiões próximas à antena do aparelho. A presença de glicose é um sinal de aumento na atividade cerebral.

A pesquisa, feita com 47 pessoas e publicada no periódico Journal of the American Medical Association, é uma das primeiras a investigar os efeitos fisiológicos do celular ao observar os efeitos de seus campos magnéticos.

Os participantes do estudo ficaram com dois celulares colados a seus ouvidos, um desligado e um ligado (mas sem volume, para que eles não notassem a diferença entre cada aparelho). Durante 50 minutos, os pesquisadores monitoraram, com um scanner, a diferença nos níveis de glicose e observaram que, no lado do cérebro próximo ao telefone ligado, a presença de açúcar era maior.

Saúde

Mas o estudo não oferece nenhuma conclusão sobre possíveis riscos para a saúde contidos no uso do celular. "Esses resultados não provam potenciais efeitos cancerígenos (do celular) ou a ausência deles", diz a pesquisa.

Um amplo estudo de 2006 sobre o mesmo tema, com 42 mil usuários de celulares na Dinamarca, tampouco obtivera evidências de relações entre o uso do celular e a incidência de câncer.

Para o professor Patrick Haggard, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College London, o estudo americano traz conclusões interessantes, mas lembra que "flutuações muito maiores nas taxas metabólicas do cérebro ocorrem naturalmente, por exemplo enquanto bebemos".

"No entanto, se próximos estudos confirmarem que o sinal do celular tem um efeito direto no metabolismo, daí será importante investigar se esses efeitos terão implicações na nossa saúde", agregou Haggard.

"Não podemos determinar a relevância clínica do estudo, mas nossos resultados mostram que o cérebro humano é sensível aos efeitos dos campos magnéticos em exposições (prolongadas)", disse ao site especializado MedPage Today Gene-Jack Wang, um dos responsáveis pela pesquisa americana.

Mas Wang adverte que "mais estudos são necessários para avaliar se os efeitos que observamos podem ter consequências potenciais de longo prazo".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/879806-estudo-indica-que-telefone-celular-altera-atividade-cerebral.shtml