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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

A frequência em que se pesa altera o processo de emagrecimento ?

Preocupação com peso corporal é algo infelizmente inserido na cultura da população como algo comum e aceitável. Eu digo infelizmente, pois ao contrário do que se imagina, a preocupação real não está relacionada à saúde ou melhora de hábitos de vida saudáveis, e sim relacionados à preocupação estética com o corpo. Assim, pesar-se em suas balanças de casa ou mesmo na balança da farmácia passou a ser um hábito incorporado em boa parte das pessoas e se tornou automático, mesmo para quem efetivamente não está preocupado com ganhos ou perdas de peso. E diante disto, para aquelas pessoas que estão insatisfeitas com seu corpo, e acreditam que perder peso seja uma solução, pesar-se se tornou uma obrigação. Acredita-se que, assim, será mais fácil manter o controle sobre o que deverá comer naquele ou no próximo dia para tentar perder ou manter o peso. Além disso, a autoavaliação de peso de forma frequente é muitas vezes recomendada por profissionais em intervenções para perda de peso, acreditando que supostamente pode prevenir o ganho de peso.

Mas será que funciona? Será que pode levar a consequências negativas?

Vamos ver o que nos dizem as evidências científicas?

Cito dois estudos que abordam este tema. O primeiro deles, uma publicação recente de agosto de 2018 por Rohde e colaboradores, que revelou que jovens adultos que se pesam mais frequentemente durante a semana apresentam maior ganho de peso que aqueles que se pesam menos frequentemente ao longo de dois anos de observação, relacionando também com maior risco de apresentarem episódios de compulsão alimentar e tendência a comportamentos compensatórios inadequados na tentativa inapropriada de promoverem de perda de peso. Estes achados sugerem claramente que a autopesagem deve ter efeitos negativos sobre a tentativa de controle de peso. Em revisão de literatura publicada em 2011 por Burke e colaboradores, em que 14 estudos que avaliaram monitorização de peso publicados entre 1993 e 2009 foram analisados, na associação entre automonitoramento e perda de peso, o nível de evidência era fraco (ou seja, monitorar-se com pesagens não determina perda de peso) por causa de limitações metodológicas. Esta revisão destacou a necessidade de estudos populacionais, para definição de medidas objetivas de adesão ao automonitoramento e estudos que estabeleçam qual o padrão necessário de autopesagem para a possibilidade de resultados bem sucedidos.

Mas, e por que será que isto ocorre?

É preciso entender que nosso peso corporal sofre influências de vários fatores comuns do dia a dia e uma oscilação diária é esperada, sem representar aumento ou diminuição real de adiposidade (tecido gorduroso). O quanto de líquidos se ingere em um dia, a frequência que se urina ou de ritmo intestinal, o grau de atividade física diária, o clima quente ou frio (que influencia nossas escolhas alimentares ou nossa hidratação) podem impactar no número exposto na balança sem representar real ganho ou perda de gordura corporal. Assim sendo, a pesagem frequente pode, por consequência de oscilações habituais de peso (sem valor clínico real), levar a insatisfações e frustrações que interferirão nos comportamento alimentar. E podem aparecer como episódios de compulsão ou exagero alimentar ou como tentativas inadequadas de compensação, como fazer restrição e jejuns ou aumentar a intensidade de atividade física, que representam sintomas de um comportamento alimentar transtornado.

Em resumo, as evidências sugerem que se pesar mais frequentemente foi associado com maiores ganhos futuros de peso e pode estar associada a um risco aumentado de início de comportamentos não saudáveis de controle de peso compensatório e posterior surgimento de comportamento alimentar transtornado. 

Autor: Dr. Alexandre Pinto de Azevedo, médico psiquiatra do Programa de Transtornos Alimentares (AMBULIM) do IPq-HC-FMUSP

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Pagar pessoas para perder peso funciona, indica estudo

Um estudo britânico de 400 pessoas, batizado de "libras por quilos", descobriu que quase metade dos analisados perdeu mais de 5% do seu peso corporal. O artigo foi publicado no "Journal of Public Health".

Em média, os indivíduos --muitos deles trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês)-- perderam cerca de 4 kg em um ano e receberam cerca de 180 libras.

A informação foi publicada no site do jornal britânico "The Telegraph" nesta sexta-feira.

Segundo os pesquisadores, os resultados mostram que o esquema funciona tanto quando programas de perda de peso existentes e poderia ser estendido para todo o país.

Para Clare Relton, da Universidade de Sheffield, "o recrutamento para este programa de incentivo financeiro sugere que a perda de peso pode ser aceitável pelo público em geral e pelos funcionários do NHS, além de homens e mulheres".

O presidente do National Obesity Forum, David Haslam, disse que, anteriormente, estava cético em relação à pesquisa, no caso dos pacientes pararem de perder peso se deixassem de ser pagos.

Mas em declaração à revista "Pulse", disse: "Quatro quilos em um ano é um número muito bom. Se estamos interessados nos ganhos para a saúde, este é o negócio".

A incitava "libras por quilos" recrutou 402 pessoas, 42,5% das quais eram funcionárias do NHS. A média de idade era de 45,1 anos; a média inicial de peso, 101,8 kg; e mais da metade era do sexo feminino.

Os participantes foram submetidos a planos de perda de peso de diversas durações e pesados novamente no fim de cada um.

No total, 44,8% tiveram perda de peso "clinicamente significativa" de mais de 5% do seu peso corporal; 23,6% perderam mais de 10%.

Apenas 38% dos participantes terminaram seus planos, número abaixo do de esquemas existentes, como o Vigilantes do Peso.

Mas a perda de peso média de 5 kg em 12 meses, incluindo aqueles que desistiram, foi maior do que a média do Vigilantes do Peso --4,02 kg.

Mesmo admitindo que aqueles que desistiram retornaram ao seu peso original, os dados sugerem que a perda de peso média geral para todos aqueles que participaram foi de 4 kg.

A incitava teve custo total de 75 mil libras e uma média de 186,57 libras por paciente.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/909233-pagar-pessoas-para-perder-peso-funciona-indica-estudo.shtml

quarta-feira, 20 de abril de 2011

7 truques de dieta que funcionam

1 – Evite xarope de milho

Os xaropes de milho com alto teor de frutose (HFCS na sigla em inglês para high-fructose corn syrup) estão presentes nos refrigerantes, doces assados, cereais, frutas enlatadas, sobremesas, sucos e geléias. Apesar do consumo destes produtos serem comuns no dia-a-dia, pesquisadores estão tentando contê-los.
Um estudo mostrou que ratos que tomavam bebidas adoçadas com HFCS ganharam mais peso do que aqueles que consumiram bebidas com açúcar. Os dois grupos recebiam uma dieta com o mesmo número de calorias diariamente. Um dos motivos poderia ser a maneira como cada adoçante é processado em nosso corpo.
Segundo o pesquisador líder do estudo, Bartley Hoebel, os dois contêm frutose e glicose, mas, no açúcar, os dois componentes possuem uma ligação muito forte entre si e precisam de um passo extra para serem metabolizados. Nos HFCS, a glicose e a frutose já estão separadas e podem ser absorvidos diretamente.

2 – Não se vicie em besteiras

Será que aquelas besteiras que comemos, conhecidas como junk food ou fast food, podem nos viciar? Um estudo mostrou que estas comidas podem afetar o cérebro de ratos do mesmo jeito que algumas drogas, quando são consumidos em grande quantidade. Os ratos da pesquisa recebiam, diariamente, rações ilimitadas de bacon, balas, chocolates, donuts, lingüiças, salsichas, bolos, coberturas, etc. O resultado? Obesidade, e duas características do consumo de drogas.

Segundo os pesquisadores, muitos receptores de dopamina desapareceram, o que sinalizava que seria preciso mais comida para atingir os mesmos níveis de satisfação. O comportamento dos ratos também mudou: comer estas comidas gordurosas ou açucaradas virou prioridade. Eles continuaram comendo, mesmo quando uma luz sinalizava que levariam choque se não parassem.

O pesquisador Paul Kenny, que participou do estudo disse que este é o comportamento de comedores compulsivos e de viciados. “Eles não conseguem se controlar mesmo quando os médicos os alertam, seus relacionamentos sofrem”, disse. Como os ratos que se alimentavam normalmente não apresentaram tais reações, Kenny acredita que deve haver algo nestas junk foods. “Tente controlar seu acesso a este tipo de alimentos. Eles não são inofensivos como pensamos”.

3 – Não demore tanto para comer

Ficar muito tempo sem comer faz as pessoas sentirem falta de carboidratos de alta densidade energética, não conseguirem controlar o tamanho de suas porções de alimento ou escolher opções mais saudáveis. O metabolismo também pode ficar comprometido.

A nutricionista Marissa Lippert, de Nova Iorque, aconselha planejar bem as refeições, para que haja uma rotina que impeça aqueles momentos de desejo desesperado. “Não espere mais do que três horas para fazer um lanchinho ou refeição. Isto também ajuda a controlar a fome e a satisfação”, diz ela.

4 – Satisfaça as necessidades de seu corpo, principalmente de manhã

Em um estudo bancado pela Egg Nutrition Center (ressalvas a parte), homens comeram dois tipos de café da manhã, cada um com o mesmo número de calorias, e depois comeram o que quiseram pelo resto do dia. O grupo que recebeu um café rico em proteínas (ovos mexidos e torrada) reportou não ter sentido tanta fome na hora do almoço. Além disso, estes homens consumiram 400 calorias a menos nas 24 horas seguintes, em comparação ao grupo que tomou um café rico em carboidratos (um pão e cream cheese, com pouca gordura e iogurte com pouca gordura).

As proteínas são conhecidas como alimentos que saciam mais que outros alimentos, mas, no caso do primeiro grupo, a quantidade de gordura do ovo ajudou na saciedade. “Outros tipos de proteína podem ter o mesmo efeito como atum, frango e carne”, disse a pesquisadora Maria Fernandez, da Universidade de Connecticut. Mas ela recomenda ficar longe dos enlatados.

5 – Prefira as comidas com baixo teor glicêmico

O índice glicêmico se refere ao quão rápido a comida afeta o açúcar do sangue. Alguns alimentos têm um índice baixo (fibras, proteínas) e oferecem um estoque estável de energia. Outros tem níveis mais altos (doces e comidas processadas) elas dão picos e quedas.

A nutricionista Marissa Lippert recomenda que é bom prestar atenção aos níveis glicêmicos para controle do apetite e para a saúde em geral, “mas não precisa ser motivo de preocupação para a maioria das pessoas”. Melhor optar por comidas mais frescas e menos processadas, como frutas frescas, vegetais e carne. “Se há mais de três ou cinco ingredientes que você não consegue pronunciar, aquilo não deve ser bom para comer. Quanto menor ingredientes, melhor”, afirma Lippert.

6 – Mude o cenário

Mudar o jeito de comer, o lugar ou os ares pode ajudar na dieta. Pode ser usar um prato menor, não repetir, esconder o chocolate. Pesquisadores da Cornell University perceberam que estas atitudes ajudam a perde mais peso do que mudar hábitos ou as escolhas na refeição. “Estas mudanças são mais fáceis de manter, ao contrário de prometer comer só frutas e não doces, ou desistir do chocolate e da batata frita”, disse o líder do estudo, Brian Wasink. Mudanças que duram podem ter um impacto real no peso das pessoas.

7 – Aproveite a refeição

Coma com tranquilidade, aproveite. Siga aqueles velhos conselhos de não comer na frente da TV ou do computador, tudo isso para aproveitar melhor sua refeição. Comida que ingerida rapidamente é praticamente comida desperdiçada.

Quando prestamos atenção ao que comemos, sua cor, textura, frescor e sabores, estamos envolvidos com a comida, não apenas “enchendo a barriga”. Assim, nós aumentamos o prazer daquele momento, enquanto ficamos mais satisfeitos. E, de acordo com a nutricionista Marissa Lippert, se você der um tempinho para o momento da refeição, você verá que será necessária uma porção menor para satisfazer

Fonte: http://hypescience.com/7-truques-de-dieta-que-realmente-funcionam/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

domingo, 27 de fevereiro de 2011

19 coisas que você precisa saber se pretende emagrecer!

1) O que fazer para acelerar o metabolismo?
A melhor forma de acelerar o metabolismo é aumentar a quantidade de exercícios, introduzindo também alguns alimentos que podem ajudar, como chá verde e pimenta.

2) Existe uma dieta que serve para todas as pessoas, de um modo geral?
Sim. Uma dieta equilibrada, que inclua todos os grupos de alimentos (frutas, verduras, cereais, aves, carnes, peixes, ovos, etc.). Gorduras boas podem servir pra qualquer indivíduo, basta ajustar as quantidades.

3) O que pode ser feito para perder gordura abdominal localizada em pouco tempo?
Não é tão fácil assim. O ideal é fazer exercícios aeróbios com muito empenho e reduzir a quantidade de açúcar e gorduras, priorizando frutas e vegetais. O tempo levado para atingir o objetivo depende da dedicação de cada um.

4) O que é melhor, comer antes ou depois dos exercícios? O que posso comer antes de uma atividade física?
O ideal é não começar um exercício em jejum: frutas, sucos e barrinhas de cereal são boas alternativas. Um lanche pode ser consumido no mínimo 30 minutos antes, pois os movimentos costumam ser intensos e não é aconselhável ter nada no estômago enquanto se exercita.

5) Qual é o maior erro que pode ser cometido ao fazer regimes?
Não existe um único, porém o maior é ser muito drástico e achar que passar fome e riscar tudo aquilo que gosta é a melhor solução. Emagrecer precisa de bom senso, reduzir porções e aumentar alimentos de baixo valor calórico.

6) Como controlar a compulsão alimentar?
O ideal é que você estabeleça mais disciplina no dia, planeje refeições e estruture um diário alimentar, onde deve-se anotar tudo o que consome. Procure o auxílio de um profissional, como um terapeuta e um nutricionista, que abordem a questão além da alimentação.

7) Qual a indicação que pode ser dada para as pessoas que querem ou precisam engordar?
Mesmo quem precisa engordar precisa investir em alimentos saudáveis, porém em quantidade maior e intervalos menores.

8) Qual é a melhor forma de alimentar-se pensando em manter cabelos lindos e pele saudável?
Para a beleza a alimentação é fundamental, porém outros cuidados também são importantes, como pele, cabelo e outras estruturas, que são formadas a partir de proteínas. Não deixe de consumir alimentos ricos em proteínas magras como peixes, aves e ovos. Uma das coisas mais importantes pra beleza são os micronutrientes - vitaminas e minerais - que podem ser entregues pelas frutas e vegetais e complementados por suplementos vitamínicos.

9) Como comer moderadamente e de forma correta de 4 em 4 horas, por exemplo, sem engordar?
Se comer de 4 em 4 horas for a mais do que a pessoa estava costumada a comer, certamente vai ocorrer ganho de peso, porém isso ajuda a maioria das pessoas que sentem mais fome e não conseguem controlar a impulsividade. Comer de 4 em 4 horas não deve significar comer mais, mas sim mais pausadamente.

10) Como montar uma lancheira saudável a criança? A idade influencia nas medidas?
Sim. Cada criança tem uma necessidade energética diferente, porém, em média, uma lancheira deve ter cerca de 250 a 350 calorias. Por exemplo: uma fruta, um sanduichinho com queijo magro ou atum e um suco de caixinha com soja.

11) Tomar sopa de saquinho individual faz mal à saúde, já que contém sal?
Toda alimentação para ter sabor, tem que ter sal. A questão é dosar na medida certa. Equilibre a sopa de caixinha com outros alimentos mais frescos, como vegetais, frutas e não sairá no prejuízo.

12) Para quem está amamentando, há algum fitoterápico que auxilie a perda de peso?
Para quem está amamentando o ideal é não abusar de alimentos fitoterápicos ou consultar um especialista na área para uma melhor avaliação.

13) Quais os alimentos que devemos comer no verão?
O foco deve ser em verduras, legumes e frutas. Na refeição principal não devem faltar cereais acompanhados de carnes, peixes e aves magras, tudo com muito sabor e o toque especial das ervas.

14) O que fazer para saciar a vontade de comer doces?
Em parte, de fato é necessário controlar os doces, mas há sempre dicas saborosas pra driblar. Sorvetes de baixas calorias, com frutas grelhadas ou assadas, e sobremesas industrializadas, que tenham no máximo 80 calorias por porção, são ótimas alternativas. No entanto, se abrir mão de um bom prato de comida, sempre sentirá mais vontade de comer doce.

15) O que você acha sobre o uso de farmacos para perda de peso?
Pode ser um parceiro da dieta, desde que seu médico recomende.

16) Quais os conselhos para quem sofre por não ter apetite no calor?
Incluir mais líquidos nutritivos ao longo do dia, feitos a partir de frutas e verduras frescas, ou ainda, bebidas enriquecidas com vitaminas e minerais.

17) Quais são os melhores alimentos para ingerir na parte da tarde, que podem ajudar a satisfazer a fome?
Alimentos que favorecem a mastigação e que tragam saciedade, como salada de frutas com iogurte, sanduíche de pasta de maionese com atum, ou uma super vitamina com várias frutas e leite de soja.

18) Há algum efeito colateral indesejado no uso de suplementos alimentares de forma contínua?
Não. Os suplementos são seguros e podem ser consumidos diariamente, principalmente os polivitamínicos, que complementam a dieta em praticamente todos os nutrientes. Suplementos de cálcio também são favoráveis, uma vez que dificilmente se obtém a cota recomendada pela alimentação.

19) Qual outra substância benéfica à sáude podemos encontrar na laranja além da vitamina C?
A laranja é fonte de fibras. Procure consumi-la inteirinha, somente sem a casca.

Autora: Ms. Cynthia Antonaccio, Formada em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e Mestrado em Nutrição Humana Aplicada - USP, Nutricionista de Consultório para orientação e acompanhamento nutricional em consultório próprio e nas Academias Competition - SP. Sócia-Proprietária da Empresa Equilibrium - Consultoria em Nutrição e Bem Estar, Faz parte do AMBULIM - Ambulatório de Bulimia e transtornos alimentares do HC-FMUSP - Elaboração do roteiro de Vídeo "Nutrição e obesidade Infanto-Juvenil" (1997), Participação em congressos com palestras, posters, entrevistas para TV, Jornais e Revistas .site: www.equilibriumonline.com.brCynthia Antonaccio é formada em Nutrição pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e possui Mestrado em Nutrição Humana Aplicada - USP. É Nutricionista de Consultório para orientação e acompanhamento nutricional em consultório próprio e nas Academias Competition - SP. Sócia-Proprietária da Empresa Equilibrium - Consultoria em Nutrição e Bem Estar, Faz parte do AMBULIM - Ambulatório de Bulimia e transtornos alimentares do HC-FMUSP - http://www.equilibriumonline.com.br/

Fonte: http://idmed.uol.com.br/Nutri%C3%A7%C3%A3o/Alimenta%C3%A7%C3%A3o/confira-varias-dicas-de-alimentacao.html

OBS: Para ler mais sobre emagrecimento saudável leia A cartilha do emagrecimento saudável elaborada pelo  meu amigo  Dr. Ícaro Alcântara (http://www.icaro.med.br/)