quarta-feira, 21 de março de 2012

A que riscos estão expostas pessoas que querem ter o corpo perfeito de forma rápida?


Nenhum emagrecimento rápido é duradouro. Da mesma forma que levamos um tempo para ganhar peso, levamos tempo para o corpo se adaptar ao novo corpo magro.

Dietas restritivas, medicações tem suas conseqüências, levando ao desequilíbrio metabólico, favorecendo o surgimento de vários sintomas orgânicos, o que além de fazer muito mal para a saúde, poderá impedir de usufruir das férias, de aproveitar a praia, em função das conseqüências geradas por essas dietas.

Os transtornos alimentares como a anorexia, bulimia e compulsão, também são resultados de dietas inadequadas, gerando sérias conseqüências para a saúde emocional e física.

Se você quer aproveitar o verão e se divertir com familiares e amigos, o melhor a fazer é relaxar e se divertir. No fim do dia, aproveite para caminhar na praia, correr na orla, tomar muita água e realizar escolhas saudáveis na hora de se alimentar.

Porque não começar já o seu processo de mudança?

Quais os primeiros passos para adquirir bons hábitos?

Primeiro se conscientizar que obesidade é uma doença e tem tratamento. Procurar um especialista que trate a área emocional e da parte nutricional, para obter resultados efetivos.

Exercícios físicos são fundamentais tanto para a perda de peso, como também para manter o corpo saudável.

Comer é necessário para todo ser humano, e devemos aprender a comer de forma fracionada, em horários regulares para obter bons resultados.

Identificar se come por fome ou vontade de comer. Fome é um mal estar que sentimos no estomago e vontade de comer, é quando comemos o necessário e continuamos a buscar mais comida para nos satisfazer. Parece que anda preenche. Nesse momento, é importante avaliar se está ansioso, nervoso, irritado, triste, utilizando da comida como forma de amortecer o que está sentindo.

A psicologia é uma ferramenta eficaz para se trabalhar e mudar comportamentos, para se identificar pensamentos, padrões e crenças errôneas sobre alimentação, e a partir de técnicas, a terapia, iremos buscar novas formas de lidar com as emoções e com a alimentação.

E como comer é para toda vida, um equilíbrio das emoções e da nossa alimentação é a chave do sucesso de todo processo de emagrecimento e manutenção de peso

Quando falamos de perda de peso, temos que ser conscientes que não existem fórmulas mágicas, e sim usar do bom senso e promover mudanças de comportamentos alimentares e emocionais.







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Mulheres não recebem vitamina D suficiente durante a menopausa, segundo estudo...


Uma dieta saudável é especialmente importante durante o período da menopausa onde o risco de sofrer de problemas de saúde aumenta. Vários estudos analisando a dieta de mulheres antes e após a menopausa na Espanha mostram os problemas que vêm com essa transição. Os resultados mostram que todos os grupos estudados têm uma ingestão deficiente de vitamina D.

Os pesquisadores dizem que mudanças biológicas e fisiológicas em mulheres causadas pela menopausa vêm com um maior risco de desenvolver problemas de saúde e a dieta desempenha um papel importante. Estes problemas incluem diabetes, osteoporose, doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer.

Para estudar esses hábitos alimentares, os autores do estudo analisaram 3574 mulheres a partir de 45-68 anos de idade de outubro de 2007 a ​​julho de 2008. Cada programa continha um mínimo de 500 mulheres de sete cidades espanholas (LaCoruña, Barcelona, Burgos, Palma de Mallorca, Pamplona, Zaragoza e Valencia) e um questionário de freqüência alimentar envolvido validado pela população espanhola.

Os resultados mostram que a taxa de obesidade foi de 29%, enquanto 42% estão com sobrepeso. A média de ingestão calórica foi de 2.053 Kcal(com 43% do consumo de energia provenientes de carboidratos, 36% de gorduras e 20% de proteínas). Os pesquisadores destacam que praticamente todas as mulheres receberam a dose recomendada de todas as vitaminas, além da D e E.

O caso da vitamina D é surpreendente, dado que nenhum dos grupos chegou a 50% do seu RDA (Dose Diária Recomendada). O consumo médio total foi de 2:14 microgramas por dia, o que constitui apenas 39% da RDA para as mulheres dessa faixa etária.

"Uma dieta com menos gordura e proteína que é rica em vegetais, nozes ealimentos ricos em carboidratos vai mesmo para fora do balanço energético e corrige os níveis de vitamina D e E", de acordo com os pesquisadores. "Isto é especialmente importante em lugares que estão longe do Mar Mediterrâneo, ondeas mulheres têm uma maior tendência a ficar aquém das recomendações atuais."

Fonte: Traduzido de Medical News Today

Ansiedade e alimentação


Açúcar, o doce veneno ?


Segundo o dicionário, veneno é uma substância que perturba ou destrói as funções vitais. Também se sabe que a diferença entre o remédio e o veneno está na dose. Sendo assim, o açúcar (sacarose) se enquadra bem na definição de veneno se considerarmos seus efeitos e os infindáveis alimentos em que ele está presente e que são consumidos quase que diariamente pela maioria das pessoas: bolachas, pães, molhos, doces, sobremesas, bebidas como refrigerantes, sucos, chás etc.

Para ser metabolizado, o açúcar “rouba” vitaminas do complexo B, bloqueia o metabolismo de minerais como o magnésio, promove descalcificação e torna o estômago e o sangue mais ácidos. Tais eventos podem abrir porta para a osteoporose e para a diminuição das defesas do organismo, além de inflamações.

Quando digerido, o açúcar se transforma rapidamente em glicose e é jogado na corrente sanguínea: o sangue fica com sobrecarga de glicose. Logo, o pâncreas produz muita insulina para jogar a glicose do sangue para dentro da célula. Quando isto acontece, há uma queda brusca de glicose no sangue e uma situação de hipoglicemia que pode gerar ansiedade, nervosismo, dor de cabeça, cansaço, fraqueza, confusão mental ou sono.

Sem sombra de dúvidas, o cérebro é um dos grandes afetados pelo açúcar. Estudos atuais vem demonstrando as conseqüências da sua ingestão habitual: declínio mental, déficit de atenção, diminuição na capacidade de aprendizagem, depressão, síndrome do pânico e instabilidade emocional.

O açúcar também é uma das grandes causas da obesidade, já que a glicose em excesso é depositada na forma de gordura. Estudos comprovam que ele pode atuar no desenvolvimento de diabetes, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e outras enfermidades. Além disso, a sobrecarga de glicose no sangue propicia a formação excessiva de radicais livres, gerando stress oxidativo e, consequentemente, podendo desencadear o envelhecimento precoce, artrite e doenças de Alzheimer e Parkinson.

Sabemos que o produto final da digestão dos carboidratos é a glicose. Então, os outros alimentos que contém carboidratos (massas, pães, frutas etc) desencadearão efeitos semelhantes aos do açúcar? Se forem alimentos refinados (farinhas brancas) os efeitos serão semelhantes aos do açúcar. Mas os alimentos integrais e frutas possuem fibras que aumentam o tempo de trânsito intestinal, aumentam a viscosidade e formam géis que retardam a absorção de glicose, impedindo sua sobrecarga abrupta no sangue bem como a produção excessiva de insulina. E também, os alimentos integrais possuem nutrientes como vitaminas e minerais, que auxiliam na metabolização do alimento sem “roubar” os estoques do corpo.

Isso tudo não é radicalização e sim, a realidade: o açúcar realmente pode pertubar as funções vitais. Reflita sobre tais informações, examine e pense na melhor forma de diminuir ou retirar o açúcar da sua dieta – sinta os benefícios e veja se vale à pena!


Potencial cancerígeno nos refrigerantes


Um estudo recente publicado pelo Center for Science in the Public Interest (CSPI) deixou em alerta os consumidores assíduos dos refrigerantes normais e diet da Coca-Cola e Pepsi. Segundo o órgão, essas bebidas contêm altos níveis de 4-metilimidazol (4-MEI), um produto usado para dar a cor 'caramelo' e que pode causar câncer em quantidade acima do normal.

Segundo o estudo divulgado no Brasil pela Veja, o CSPI coletou amostras de Coca-Cola, Pepsi, e outras marcas populares nos Estados Unidos em lojas na capital do país, Washington, e arredores. Foram encontradas de 145 a 153 microgramas (1 micrograma é a milionésima parte do grama) de 4-MEI em duas latas de 350 mililitros de Pepsi; 142 e 146 microgramas em duas latas de Coca-Cola; e 103 e 113 em duas latas de Diet Coke.

Segundo a lei do estado da Califórnia, produtos que contenham quantias de 4-MI acima de 29 microgramas precisam ser identificados com um rótulo avisando que podem aumentar o risco de câncer.

A Pepsi disse à CSPI que pretende alterar a quantidade de corante caramelo nos refrigerantes vendidos nos EUA. Uma porta-voz da Coca-Cola disse que as mudanças para se adequar à lei da Califórnia já foram iniciadas, mas que os produtos da empresa são seguros.

Suplementos e perda de peso


Uma pesquisadora da Universidade de Oregon (EUA) analisou todo o corpo de evidências científicas disponíveis em torno dos suplementos para perda de peso, o estudo foi publicado no International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism.

Melinda Manore revisou os dados experimentais de centenas de suplementos para perda de peso e concluiu que não existem evidências científicas de que qualquer produto tomado individualmente influa em uma perda de peso significativa - e muitos deles têm efeitos prejudiciais à saúde.

Poucos produtos, incluindo o chá verde, fibras e suplementos lácteos de baixo teor de gordura, podem levar a uma perda de peso modesta, de cerca de 2 kg, mas é importante saber que a maioria destes suplementos foi testada como parte de uma dieta de baixas calorias.

Segundo a pesquisadora, "para a maioria das pessoas, a menos que você altere a sua dieta e faça exercícios diariamente, nenhum suplemento terá um grande impacto".

A pesquisadora estudou suplementos em quatro categorias: produtos como a quitosana, que bloqueiam a absorção de gordura ou carboidratos, estimulantes, como a cafeína e a efedrina, que aumentam o metabolismo, produtos como o ácido linoléico conjugado, que pretende alterar a composição corporal diminuindo a gordura, e supressores de apetite, tais como fibras solúveis.

Ela descobriu que muitos produtos nunca foram submetidos a ensaios clínicos randomizados, que examinassem sua eficácia.

A maioria dos produtos levou a uma perda de peso de menos de 900 gramas em comparação com os grupos que receberam placebo.

A pesquisadora afirma que adicionar fibras, proteínas, cálcio e beber chá verde pode ajudar no emagrecimento, mas nenhum deles terá muito efeito a menos que você se exercite e coma frutas e legumes.

A pesquisadora, que também é nutricionista, dá dicas gerais para um estilo de vida saudável:

- Não saia de casa de manhã sem ter um plano para o jantar. Comer espontaneamente frequentemente resulta na escolha de alimentos mais pobres.

- Se você comer fora, comece a refeição com uma grande salada com molho de baixas calorias ou uma sopa. Você vai se sentir muito mais satisfeito e menos propensos a comer o seu prato principal inteiro. Melhor ainda: divida o seu prato principal com um companheiro de jantar ou simplesmente peça um acompanhamento para a sopa ou salada e dispense o prato principal.

- Encontre maneiras de se manter em movimento, especialmente se você tem um trabalho sedentário. Manore contou que ela própria coloca as chamadas em viva-voz para que possa ficar andando enquanto fala. Durante as reuniões longas, pergunte se você pode ficar de pé ou andar um pouco.

- Coloque vegetais em todas as refeições. Rale legumes em seu molho de macarrão, adicione-os na carne ou simplesmente compre um monte de saquinhos de frutas/vegetais para comer durante o dia.

- Aumente as fibras. A maioria das pessoas não come fibras suficientes. Quando possível, coma fontes de fibra "molhadas" em vez de secas - mingau faz você se sentir mais cheio do que um biscoito de fibras.

- Certifique-se de comer frutas e verduras em vez de beber calorias - comer uma maçã em vez de beber suco de maçã, por exemplo. Compare itens que parecem semelhantes e coma o que fisicamente ocupar mais espaço. Por exemplo, comer 100 calorias de uvas, em vez de 100 calorias de passas, vai fazer você se sentir mais satisfeito.

- Elimine os alimentos processados. Manore afirma que as pesquisas mostram que alimentos que são mais difíceis de digerir (como alimentos ricos em fibras) têm um maior "efeito térmico" - uma forma para aumentar o seu metabolismo.

Referência:

Oregon State University. "Study Finds Most Weight Loss Supplements Are Not Effective." Medical News Today. MediLexicon, Intl., 8 Mar. 2012. Web. Traduzido de Medical News Today

3 mitos do colesterol



Aqui na Liga já falamos sobre os 3, mesmo que “de leve”, mas achei por bem aprofundarmo-nos um pouco... Até porque em consultório têm sido raros os pacientes que não têm dúvidas ou conceitos inadequados sobre pelo menos um destes assuntos (a maioria, sobre todos).

Colesterol tem que ser baixado (e mantido “baixo”) “de qualquer forma”

Este é um dos mitos mais absurdos e estúpidos que existe e vou justificar de forma simples:
1 – O colesterol é parte fundamental da membrana de TODAS as células do organismo, é um dos principais precursores de boa parte dos nossos hormônios e nossos cérebro/nervos dependem dele para existir/funcionar; uma vez sabido tudo isto, você acha MESMO que a natureza iria colocar dentro de nós uma “bomba-relógio” que nós somos capazes até de produzir mesmo não ingerindo uma só gota de gordura por dia (sim, nosso organismo é capaz de fabricar colesterol a partir de carboidratos e proteínas, se necessário)? É claro que não.

2 – Em consultório tenho visto que pacientes com bons hábitos de vida e com HDL alto (acima de 50; 60 para mulheres) e com colesterol total em torno de 3x este valor, em geral vivem muito bem e com menos queixas que os demais; em parte porque o colesterol em si NÃO é perigoso, salvo se fora desta proporção (HDL baixo), MUITO excessivo e/ou oxidado (hábitos de vida ruins facilitam oxidação do colesterol que aí sim: gruda facilmente na parede das artérias e aumenta risco de complicações cardiovasculares).

3 – Colesterol baixo demais pode levar a MÚLTIPLAS CARÊNCIAS HORMONAIS. Leia mais em: http://www.icaro.med.br/colesterol-e-hormonios-–-qual-e-a-relacao/

4 – Os medicamentos mais utilizados (excessivamente, na minha opinião) por aí para baixar o colesterol “à força” são as chamadas estatinas; só que ao fazerem isso também REDUZEM a produção de 2 substâncias importantíssimas para a sua Saúde (o que, é claro, ocasiona uma enxurrada de efeitos colaterais desagradáveis e por vezes até incapacitantes): Coenzima Q10 (produção de energia) e Dolicol (fabricação de proteínas) – Aprenda sobre isto em: http://www.icaro.med.br/mito-colesterol/


Mas é claro, tudo isto é só a MINHA opinião “superficial” sobre o assunto (ainda que embasada em inúmeros artigos científicos... Conhece o http://www.thincs.org/   e o   http://scholar.google.com/ ?); pergunte, leia, pesquise, estude, pergunte e forme a sua própria: afinal, se juízo critico é sempre importante, imagine quando é da sua Saúde que estamos falando...

Nas próximas 2 semanas falarei sobre os outros 2 mitos:

“O tratamento do hipotireoidismo é sobretudo via reposição de T4 sintético da tireóide Levotiroxina, disponível comercialmente em 4 formas (Levoid, Synthroid, Euthyrox e Puran T4)”   e
“O principal no tratamento para depressão/ansiedade são antidepressivos/ansiolíticos”

Um abraço e está aberta a discussão... Até breve!

Dr. Ícaro Alves Alcântara
www.icaro.med.br

Nutrição e testosterona


A testosterona é o pai da construção muscular, ela promove a síntese proteica. Excessos nunca são bem vindos principalmente de testosterona, mas se você conseguir melhorar a produção pelo seu organismo, notara uma maior queima de gordura e um maior ganho de massa magra (músculos). Além disso, você ganha também aumento do apetite sexual (libido) e na energia.
Sua produção depende de zinco e vitamina B12, e não é encontrado diretamente nos alimentos, porém, alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção deste hormônio. Basta que você consuma diariamente alguns dos seguintes alimentos:
OSTRAS: tem alto teor de zinco que desempenha papel ativo na saúde dos sistemas reprodutores masculino e feminino. São fontes também de magnésio, fósforo, manganês, proteínas, vitamina D, B12, ferro, cobre e selênio.
PEIXES OLEOSOS: o ômega 3 encontrado nos peixes e na linhaça é fundamental para produção deste hormônio. O salmão e a sardinha como outra boa fonte de vitaminas B B5, B6, B12, que são todos importantes para manter boa saúde reprodutiva.
BANANAS: boas fontes de potássio e vitaminas do complexo B, também necessárias a produção de testosterona.
ABACATES: contém vitamina B6, importante para produção hormonal nos homens.
CARNES MAGRAS: contém proteína, ferro, magnésio, zinco e gordura saturada. A ultima também é necessária a formação do hormônio
FEIJÃO: Proteínas, fibras, zinco. É a maior fonte vegetal de zinco.
AVES: contam com proteínas e pouca gordura. Dietas ricas em proteínas tem maior impacto sobre a massa muscular e portanto sobre os níveis de testosterona.
OVO: contém proteínas e colesterol. A testosterona necessita também do colesterol para ser sintetizada. E, hoje sabemos que esse teor de colesterol do ovo não é tão prejudicial como pensávamos anteriormente.
BRÓCOLIS, REPOLHO E COUVE DE BRUXELAS: Fibras e Indole-3-carbinol. Altos níveis de estrógenos favorecem o acúmulo de gordura e pode interferir no crescimento muscular. O Indol 3 – carbinol, ajuda a reduzir os níveis de estrógeno.
ALHO: contém alicina. Estudos mostram que este composto aumenta os níveis de testosterona e inibe o cortisol.

Vitamina D tem grande importância para a força muscular. Cientistas alemães descobriram que homens com níveis mais altos de vitamina D apresentam níveis significantemente mais elevados de testosterona e menores níveis de hormônios sexuais (globulina de ligação – SHBG) do que aqueles com baixos níveis de vitamina D em seu sangue. Um menor nível de SHBG, significa que mais testosterona esta livre para entrar nos músculos e aumentar o crescimento muscular.
E como sempre, a alimentação balanceada é a melhor opção, assim não sofreremos tantas alterações hormonais.
Outros fatores que influenciam os níveis de testosterona em seu organismo.
Obesidade: gordura excessiva aumenta a produção de estrógenos e estes fazem com que os níveis de testosterona caiam.
Uso de drogas e álcool: o álcool inibe nossa habilidade de remover o estrogênio do sangue.
Estresse: este eleva os níveis de corticosteroides no sangue o causa decréscimo de testosterona no sangue.
Diabetes: estudos sugerem sua ligação com baixos níveis do hormônio em questão.
Hipertensão e altos níveis de colesterol: estes fazem com que haja uma diminuição na fluidez e circulação do sangue, consequentemente diminuindo a circulação sanguínea em órgãos que produzem hormônios sexuais.
Idade: a partir dos 40 anos a testosterona cai 1% ao ano.
Lembre-se: o excesso do uso desse hormônio pode acarretar em graves efeitos colaterais, se for realizada deve ter prescrito e acompanhado de médico.

REFERENCIAS:



Pão de coco sem glúten


Ingredientes:

- 1 xícara de Polvilho Azedo;
- 1 xícara de Farinha de Arroz;
- 2 colheres de sopa bem cheias de Farelo de Arroz;
- 2 colheres de sopa bem cheias de Farelo de Soja;
- 2 colheres de sopa de Semente de Linhaça;
- 1 colher de sopa de Gergelim;
- 3 colheres de sopa de Açúcar Mascavo;
- 1 colher de sobremesa de Sal;
- 3 colheres de sopa de Óleo de coco extra virgem;
- 3 Ovos inteiros;
- 1 envelope de Fermento Rápido para pão.

Modo de Preparo:

- Coloque tudo em uma vasilha, acrescente água morna aos poucos, até dar o ponto;
- A massa pode ser batida, mas não deve ser mole demais;
- Coloque a massa na forma e deixa a crescer por 15 a 20 minutos;
- Ligue o forno e deixe-o ficar bem quente;
- Coloque o pão no forno e deixe o durante uns 30 a 40 minutos até ficar assado.

Graviola


A graviola é uma fruta originária das Antilhas e no Brasil encontramos na Amazônia e estados do nordeste. Segundo a história, os conquistadores espanhóis encontraram grandes plantações na América Central e se encarregaram de difundir o cultivo da graviola em outras regiões tropicais do mundo. Por isso, em cada região do planeta a graviola possui um nome diferente: guanábana nos países de língua espanhola, soursop nos países de língua inglesa, corossollerou grand corossol na França, durian belanda, na Malásia, katu-anodo ou seetah, no Sn Lanka e zuurzak, na Holanda. Ao Brasil chegou pelas mãos dos colonizadores portugueses no século XVI.

A gravioleira frutifica de janeiro a março e uma a graviola pesa, em média, de 1 a 4 Kg e tem cerca de 20 centímetros. Os frutos maduros são altamente perecíveis e frágeis.

As formas de consumo variam entre a fruta in natura que possui uma carne branca e suculenta que pode ser utilizada para o preparo de sucos, cremes, sorvetes, iogurtes, doces e por aí vai porque em se tratando de frutas as possibilidades são inúmeras. Os frutos verdes podem ser consumidos como legumes e podem ser cozidos, assados ou fritos em fatias. Seu sabor característico, levemente azedo é apreciado por muitos. Indivíduos com intolerância a alimentos ácidos devem evitar esta fruta.

A graviola é uma excelente opção para quem está de dieta já que tem um baixo valor calórico, 100 gramas fornecem em média 60 calorias. Sua composição nutricional traz inúmeros nutrientes importantes como carboidratos, proteínas, cálcio, fósforo, zinco, vitaminas do complexo B (B1 e B2), que são importantes para o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras e vitamina C. A graviola ficou famosa recentemente por conter compostos bioativos e fitoquímicos como a acetogenina anonácea. Em estudos in vitro, este composto mostrou ter ação citotóxica em células cancerígenas, ou seja, teria efeito anticancerígeno. Mas este efeito em humanos ainda não foi comprovado por estudos.

Além de uma excelente composição nutricional, a graviola possui inúmeras propriedades terapêuticas, podendo ser utilizada em sua totalidade (folhas, frutos, sementes, cascas e raízes). As principais propriedades terapêuticas da graviola são: diurética, adstringente, antiinflamatório, anti-reumático, e antiespasmódica.

Por possuir atividade vasodilatadora e hipotensora, o consumo por gestantes e pessoas com pressão baixa deve ser supervisionado.

 

Calorias, o que significam?


Os alimentos tem sido qualificados pela quantidade de calorias que possuem. Quantas vezes você já ouviu alguém dizer “não como abacate porque é muito calórico”, “vou beber coca-cola zero porque não engorda” ou “troque uma banana por um brigadeiro porque a quantidade de calorias é a mesma”? Esqueça tais dizeres porque a partir de agora você terá acesso a um conhecimento que superará esse tipo de pensamento!

Primeiramente, saiba que as calorias dos alimentos provém dos macronutrientes, sendo que cada grama de carboidrato fornece 4 kcal, de proteína, 4 kcal e de gordura, 9 kcal. Na soma de tais macronutrientes em um dia, tem-se o valor energético total consumido. Assim, as calorias significam o conteúdo energético da dieta e são fundamentais para que o indivíduo desempenhe desde tarefas básicas como dormir, até as mais exigentes como um exercício aeróbio. No entanto, pessoas com sobrepeso ou obesidade devem restringi-las para que não venham a ganhar mais peso ou para emagrecer.

Para entender melhor o assunto é fundamental saber que não comemos apenas calorias e sim, alimentos que possuem nutrientes que agem conjuntamente para a melhora ou piora da saúde. O excesso de gorduras saturadas e trans, por exemplo, pode contribuir para o aumento de doenças cardíacas, do colesterol e da obesidade. Já o aumento de carboidratos provenientes de alimentos refinados como arroz branco, doces e outras guloseimas pode favorecer a diabetes tipo II, o aumento de gordura abdominal e o aumento do estresse oxidativo no corpo.

Em contrapartida, um alimento calórico como o abacate, por exemplo, contém grande quantidade de gorduras benéficas ao corpo que agem reduzindo o colesterol. Já a banana, fornece uma quantidade muito maior de vitaminas, minerais e fibras do que um brigadeiro, somando-se o fato do seu carboidrato ser de "melhor" qualidade.

E também, os alimentos mais naturais já possuem nutrientes que por si só auxiliam na sua metabolização e que cumprem funções benéficas no organismo. Veja um exemplo prático: para acompanhar uma refeição, você escolheria 1 copo de coca-cola zero (0 kcal) ou 1 copo de suco de abacaxi (100 kcal)? O refrigerante citado, apesar de não possuir calorias, pode contribuir para a azia e má digestão devido a sua acidez, tendo quantidades altas de aspartame, ciclamato de sódio e aditivos químicos que podem intoxicar o organismo, além do seu alto teor de sódio, que pode contribuir para a hipertensão. Já o suco de abacaxi, além de possuir vitaminas, minerais e enzimas digestivas que contribuirão para a metabolismo dos nutrientes da refeição e para a excreção de toxinas presentes no corpo, possui fibras que auxiliam no bom funcionamento intestinal. Fica fácil escolher, não é mesmo?

Além disso, a grande oferta de alimentos diet e light pode oferecer perigo aos mais desavisados. Quanto "mais" diet ou light, maior será a quantidade de componentes químicos adicionados ao produto para que se chegue em aspectos sensoriais semelhantes ao do alimento original. Consequentemente, maior será a quantidade de adoçantes (edulcorantes), aditivos químicos e outras substâncias que não cumprem o papel daquelas presentes nos alimentos mais naturais, como as frutas, hortaliças, cereais integrais e leguminosas.

É claro que para indivíduos com sobrepeso e obesidade há a indicação de dietas hipocalóricas, mas as calorias não devem, então, serem tratadas como motivo principal da escolha alimentar, pois a qualidade dos alimentos deve entrar como prioridade na alimentação. Deve-se considerar os nutrientes que cada alimento possui, para que se faça uma dieta equilibrada e para favorecer a saúde.

domingo, 4 de março de 2012

Amamentação pode reduzir alterações comportamentais

Bebês que são amamentados pela mãe têm menos chance de se tornarem crianças com problemas de comportamento quando completarem 5 anos do que aqueles que recebem fórmula. A conclusão, divulgada nesta terça-feira, é de uma pesquisa publicada no "Archives of Disease in Childhood Journal".

No estudo, pesquisadores britânicos usaram um questionário sobre "pontos fortes e dificuldades", preenchido pelos pais sobre seus filhos, e descobriram que os resultados anormais eram menos comuns em crianças que foram amamentadas por pelo menos quatro meses.

Maria Quigley, da unidade de epidemiologia perinatal nacional da Universidade de Oxford, que liderou o trabalho, disse que os resultados "fornecem mais evidências para os benefícios do aleitamento materno".

"As mães que querem amamentar devem receber todo o apoio que precisam. Muitas mulheres lutam para amamentar pelo tempo que elas gostariam, e muitas não recebem o apoio que pode fazer a diferença", disse ela em comunicado.

Alguns benefícios da amamentação já são bem conhecidas --por exemplo, os bebês amamentados têm menores taxas de infecções, e as mães que amamentam têm menor risco de câncer de mama.

Outros benefícios para a saúde e o desenvolvimento da criança também já foram sugeridos --como a redução dos problemas comportamentais e níveis mais baixos de obesidade--, mas a equipe britânica disse que não havia estudos consistentes que provassem essas conclusões.

Nesta pesquisa, as universidades de Oxford, Essex, Nova Iorque e da University College London usaram um estudo nacional britânico de bebês nascidos em 2000 e 2001, chamado Millennium Cohort Study, e incluiu dados de mais de 9.500 mães e crianças nascidas em famílias de etnia branca.

Elas usaram dados que informavam quantas mães tinham amamentado e por quanto tempo, e os combinaram aos resultados do questionário sobre "pontos fortes e dificuldades", utilizado para identificar as crianças com possíveis problemas de comportamento.

Eles descobriram que resultados anormais nos questionários, que indicam possíveis problemas de comportamento, eram menos comuns em crianças amamentadas por pelo menos quatro meses --de 6%-- do que nas crianças alimentadas com fórmula --em 16%.

O baixo risco de uma criança que foi amamentada ter resultados anormais de comportamento também foi evidente, mesmo quando os pesquisadores levaram em conta outras influências importantes, como fatores sócio-econômicos ou familiares.

"Nós não estamos necessariamente falando de crianças de 5 anos incontroláveis", disse Quigley. "Pode ser ansiedade incomum, agitação, incapacidade de socializar com outras crianças ou participar de grupos."

Os pesquisadores disseram que uma possível razão para os resultados foi a de que o leite materno contém grandes quantidades de cadeias de ácidos graxos poliinsaturados essenciais, fatores de crescimento e hormônios que são importantes para o desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso.

Os resultados também podem ser explicados pelo fato de que o aleitamento materno leva a uma maior interação entre mãe e filho, além de uma melhor aprendizagem de comportamentos aceitáveis, disseram.

Peter Kinderman, professor de psicologia clínica na Universidade de Liverpool, que não esteve envolvido no estudo, disse que a pesquisa obteve resultados importantes.

"O vínculo positivo entre pais e filhos é conhecido por ser incrivelmente útil para o desenvolvimento", disse ele. "Esta é mais uma evidência da importância do aleitamento materno e do apego entre mãe e bebê, não só para a saúde física mas também para o desenvolvimento psicológico da criança."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/914014-amamentacao-diminui-problemas-de-comportamento-em-criancas.shtml

Substâncias químicas decorrentes da produção industrial podem prejudicar o sistema imunológico

Uma série de produtos químicos bastante utilizados na indústria pode vir a afetar a eficácia das vacinas mais utilizadas.

Os compostos perfluorados (PFCs) - produtos químicos orgânicos que contêm flúor - são usados em embalagens de alimentos e na produção industrial. Eles podem ser detectados em muitos animais, inclusive seres humanos. Um estudo recente publicado pelo periódico Journal of the American Medical Association mostra que a presença de níveis elevados desses produtos químicos no sangue humano está associada a um aumento de três vezes no risco de que as vacinas, tais como a que combate o tétano, não protejam contra doenças.

Essa diminuição da reação pode significar que os PFCs prejudicam o sistema imunológico, diz Philippe Grandjean, epidemiologista ambiental da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, em Boston, principal autor do artigo. As pesquisas anteriores realizadas pela sua equipe demonstraram que uma outra classe de compostos amplamente utilizados, os bifenilos policlorados (PCBs), também está relacionada a prejuízos no sistema imunológico.

"Achávamos que essa era uma notícia ruim, mas o efeito dos PFCs é muito mais forte do que tínhamos percebido no caso dos PCBs", diz Grandjean, que também trabalha na Universidade do Sul da Dinamarca, em Odense. "É provável que ele permaneça nas crianças pela vida inteira."

Dori Germolec, imunologista do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental dos Estados Unidos, no Research Triangle Park, com sede na Carolina do Norte, diz que os efeitos negativos dos PFCs no sistema imunológico de camundongos são conhecidos. "Os dados deste trabalho reiteram o que foi publicado na literatura a respeito de testes conduzidos com animais em laboratório nos últimos anos", diz ela. "Esses compostos são imunossupressores."

O que o sangue revela


A equipe de Grandjean levantou dados nas Ilhas Faroe, estudando 587 crianças nascidas no Hospital Nacional de Torshavn no período de 1999 a 2001. Os pesquisadores mediram os níveis de PFCs no soro do sangue materno coletado durante a gravidez para avaliar a exposição pré-natal e mediram a exposição pós-natal, analisando os níveis de PFCs no sangue de seus filhos quando tinham 5 anos. Eles então compararam esses dados com as reações imunológicas das crianças a vacinas contra o tétano e a difteria quando elas tinham 5 e 7 anos.

Um aumento de duas vezes nos índices dos principais PFCs no sangue de uma criança de 5 anos se mostrou associado a uma diminuição de 50 por cento nas concentrações de anticorpos contra o tétano e a difteria quando elas tinham 7 anos. Descobriu-se que a duplicação das concentrações de dois PFCs específicos - o ácido perfluoro-octanossulfônico (PFOS) e o ácido perfluoro-octanóico (PFOA) - triplica o risco de uma criança de sete anos de idade ter muito poucos anticorpos para estar protegida contra a doença. Atualmente, o PFOS e o PFOA já estão sendo retirados do mercado por um fabricante industrial, a 3M, em St. Paul, Minnesota. Contudo, interromper a produção agora não vai reduzir o risco de imediato, porque os PFCs permanecem no ambiente por longos períodos.

Margie Peden-Adams, toxicologista da Universidade de Nevada, em Las Vegas, diz que o trabalho de Grandjean se soma a evidências de que pode haver uma ligação entre os PFCs e a supressão imunológica em humanos. O próximo passo, diz ela, será repetir os experimentos em outras populações, testar se o efeito se dá exclusivamente no povo das Ilhas Faroe, determinar o risco de várias vias de exposição e descobrir exatamente como os produtos químicos afetam o sistema imunológico.

Até hoje, não se sabe com certeza quais são as vias de absorção pelas quais os PFCs adentram o organismo dos seres humanos, nem sua importância. Sabe-se que muitos produtos químicos que causam problemas de saúde se acumulam em animais marinhos, e a população das Ilhas Faroe costuma se alimentar à base de peixe. No entanto, os níveis de PFCs no sangue dos faroenses na verdade não são mais elevados do que os dos americanos, ingleses ou dinamarqueses. A ingestão de animais marinhos contaminados provavelmente não é a única via de exposição, já que os PFCs são utilizados na fabricação de têxteis e embalagens de alimentos.

A equipe de Grandjean recebeu subsídios do Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos para continuar o seu trabalho e estudar outro grupo de crianças das Ilhas Faroe. Os pesquisadores também têm planos de examinar crianças na Groenlândia.

Os resultados se somam a preocupações acerca de muitos tipos diferentes de produtos químicos usados na fabricação de produtos e alimentos. As pesquisas que vinculam os problemas de saúde aos retardadores de chamas e à substância bisfenol A, utilizada na fabricação de plástico, causaram temores generalizados.

Grandjean diz que o modo como as substâncias são testadas e aprovadas precisa ser revisto.

"Não houve pressão suficiente para fazer com que a toxicidade gerada pela produção em escala industrial seja uma prioridade", diz ele. "Esse é um problema muito mais amplo."

Fonte: http://nytsyn.br.msn.com/cienciaetecnologia/subst%c3%a2ncias-qu%c3%admicas-decorrentes-da-produ%c3%a7%c3%a3o-industrial-podem-prejudicar-o-sistema-imunol%c3%b3gico-1?page=0