sábado, 25 de dezembro de 2010

O papel dos Smart Nutrients


A despeito do ceticismo acadêmico a respeito da existência de smart nutrients, exemplificaremos substâncias nutritivas que amplificam a inteligência neste breve espaço de tempo, com alguns dos 50 nutrientes essenciais cuja combinatória são bons candidatos a amplificar principalmente o hardware daquele aspecto da inteligência denominado inteligência emocional. A inteligência emocional tem sido correlacionada com 80% do sucesso nas relações humanas e no trabalho criativo.

Algumas premissas devem ser consideradas a respeito do papel dos smart nutrients na amplificação da inteligência emocional. A primeira delas diz respeito à inteligência fluídica, que se correlaciona com a memória funcional, de trabalho (MT), do córtex intrínseco frontal, cuja finalidade é elaborar planos para o futuro, baseados nas experiências passadas e em dados presentes. Este tipo de memória se apresenta mais sensível aos nutrientes do que um outro tipo, denominado memória associativa (MA), que é automática, inconsciente e involuntária do córtex intrínseco posterior. Na MA se depositam, sob a forma de regras rígidas, insensíveis a contexto, as regras flexíveis sensíveis a contexto criadas pela MT que também funciona como memória de aquisição de conhecimentos produto do entendimento contextual por decodificação analógica predominante no hemisfério frontal direito e codificação digital do hemisfério frontal esquerdo o que permite, uma melhor compreensão das mensagens dos ambientes social, profissional e ecológico.

A Segunda premissa a ser considerada diz respeito à estrutura da MT, que contém quatro sub-unidades de processamento:

1. Unidade de percepção na área orbito frontal (OF) predominantemente colinérgica, que detecta, por exemplo, sinais sociais significativos semelhantes, comuns a todos os seres humanos e diferentes que levam a classificar os indivíduos por suas diferenças para melhor e para pior, o que permite colocar as pessoas na distância que elas merecem;
2. A sub-unidade de computação gráfica na área dorso lateral direita (DLD) predominantemente serotoninérgica na qual as necessidades estimulam a construção de eus trajetórias e cenários futuros, alternativos, otimistas e pessimistas (ETCS/FAOPS) possíveis;
3. Uma sub-unidade de cálculo de probabilidades na área dorso lateral esquerda (DLE) predominantemente noradrenérgica que filtra do conjunto dos ETCS/FAOPS possíveis criados pela imaginação o subconjunto dos ETCS/FAOPS mais prováveis em termos de vantagens a obter e perigos a evitar, o que permite priorizar estratégias de sobreviver e de viver melhor;
4. Uma sub-unidade de tomada de decisão na área suplementar motora (ASM) predominantemente dopaminérgica onde do subconjunto de ETCS/FAOPS mais prováveis é filtrado e selecionado o subconjunto de ETCS/FAOPS mais desejáveis, sobre o impacto das motivações dominantes geradas pelo programa genético das necessidades fundamentais conforme o modelo 9.

As necessidades fundamentais  graças aos condicionamentos geram interesses temáticos cuja convergência chama-se motivação dominante num momento decisório dado.
O looping entre estas quatro sub-unidades corresponde à fase de elaboração de planos no quadro 1 A, que é seguido do tempo 2, fase de execução do plano.

A terceira premissa diz respeito à fase de avaliação de resultados positivos e negativos de planos onde o comparador fronto hipocampal mede a distância entre os valores DEVE do plano elaborado com os valores É do plano executado. Em termos menos cibernéticos e mais poéticos o comparador avalia a distância entre o sonho sonhado e o sonho realizado, o que vale dizer o grau de concretização dos sonhos entre o nível de aspiração de (valores DEVE) e realização de (valores É).

Quanto maior a distância maior o grau de stress, depressão, ansiedade, agressividade, queda do amor a si (auto-estima), aos outros e à vida. Se os valores estão próximos, surgem respostas agradáveis, de aproximação amorosa das fontes de satisfação e/ou respostas agradáveis, de amor a si e à vida. A ressonância emocional positiva, e agradável, é amplificada ou restaurada por neurotransmissores monoaminérgicos: serotonina, noradrenalina e dopamina (SENADO), enquanto que o excesso de neurotransmissores colinérgicos e de substância P hipersensibilizam a ressonância emocional negativa, e desagradável. É importante prestar atenção aos receptores de serotonina do tipo 5HT2-R que ativam o circuito da dor enquanto os receptores do tipo 5HT1-R inibem a dor e criam condições para ativar o circuito do prazer em sinergismo com a dopamina que faz parte do circuito do prazer e cuja deficiência causa a Síndrome da deficiência de recompensa conforme quadro 6. O excesso de dopamina quando ativa o receptor D2-R na presença de excesso de 5HT2-R amplifica a excitação do circuito da dor causando os três quadros clínicos de depressão: depressão maior, bipolar e sintomas negativos da esquizofrenia. A fosfolipase A2 (PLA2) hiperativa por stress oxidativo (SOX) gera o excesso desses dois receptores e o smart nutrients Eicosa Pentanoic Acid (EPA) bloqueia em 80% esta enzima quando atinge um grama no plasma. O litio na dose nutricional de 6 milimols diários também inibe o PLA2 além de inibir a fosfolipase C que agrava as oscilações de percepção eufórica, maníaca e depressiva da depressão bipolar. Enquanto o EPA inibe adicionalmente a co-enzima A Indutora de Transacilação (CoAIT) que também está alta na depressão maior. Na esquizofrenia um outro gen agrava o quadro junto com PLA2, trata-se do enzima Fac-L2.

O cromossomo 11  é também afetado por falta de cromo e vanádio que tem a função de aumentar a sensibilidade do receptor de insulina que ativa no braço curto (BC) as enzimas de síntese de monoaminas (SENADO) e os transportadores de glicose (GLUT1/3) para dentro do cérebro evitando assim a hipofrontalidade comum às depressões e esquizofrenia crônica com predomínio de sintomas negativos, depressivos. O braço longo (BL) do cromossomo 11 produz as enzimas de síntese dos receptores D2-R e D4-R cuja deficiência está correlacionada com Síndrome de deficiência de recompensa (SDR) conforme quadro 6.

Ao utilizar smart nutrients na amplificação da inteligência emocional indiretamente estamos beneficiando pessoas que precisam de tratamento e prevenção de stress, depressão, ansiedade, agressividade, deterioração da auto-estima, amor à sociedade e à vida em geral, distúrbio de personalidade e os círculos viciosos do Quadro 2.

Para isso, várias estratégias de prevenção e tratamento:

A primeira delas está relacionada ao tratamento e prevenção do stress biológico que gera SOXc começando por avaliar e tratar perfil dos minerais essenciais em déficit, bem como dos minerais tóxicos, que podem ser detectados pela correlação entre o mineralograma dos fios de cabelo e as vastas descobertas da psiquiatria biomolecular acerca das vitaminas, aminoácidos, glicídios, lipídios, antioxidantes, poluição eletromagnética (Quadro 5), diabete cerebral e fatores de risco de microisquemia cerebral.
A Segunda delas está relacionada a outros dois dos três tipos de stress que geram SOX-cerebral e são ignorados e/ou mal administrados pelo modelo médico psiquiátrico convencional. (Ver quadro 2). Acreditamos que estes sejam os principais geradores de um círculo vicioso, que alia stress, depressão e ansiedade. Estes fatores bloqueiam a inteligência emocional, o que, por sua vez, produz o maior poluente semântico do processo civilizatório da Segunda onda (TOFLER): o fanatismo antidemocrático, econocêntrico e imediatista. (Ver Quadro 3). Esta “bola de neve” caótica, que acumula stress oxidativo cerebral por stress do conflito íntimo central e stress por duplo vínculo, produz um shunt disfuncional na memória de trabalho, pontuadas por características obsessivas e fantasiosas. Os principais nutrientes para a administração Botton up do shunt do SOXc (Quadro 1B) gerador de DA3, BQE e distúrbio de personalidade (neuroses) e psicotização. Toda esta administração do SOXc via stress biológico deve obedecer às leis da orquestração e individualidade proposta por Roger Williams. Esta orquestração bioquímica deve ampliar-se até a orquestração biofísica e conceitual, portanto, devemos estar atentos aos poluentes físicos que envolvem excesso de luz, campos eletromagnéticos, ruído, calor, ionização atmosférica. Por outro lado, a poluição conceitual que vai desde a pesquisa e ensino acadêmico a denominada medicina baseada em evidência fortemente atrelada financeiramente a industria farmacêutica e alimentar responsável por grande parte do stress oxidativo cerebral que inicia o círculo vicioso das doenças mentais. (Ver Quadro 2).

Neste modelo, (o stress oxidativo cerebral forma dois pólos capazes de incitar círculos viciosos), aliados a distúrbios psicossociais e psicossomáticos. Por outro lado, em nível biológico, existe a dupla interação entre stress oxidativo e os cinco seguintes fatores de depressão, a saber, conforme quadro 5:

• Déficit de nutrientes, por MÁ INGESTÃO (MAI). Este processo é ainda agravado pelo desconhecimento da Lei da Individualidade Bioquímica, proposta por Roger Williams, bem como do conceito de dependência bioquímica, demonstrado por Linus Pauling, para explicar a deficiência de vitaminas B6, B3 e C em 95% das depressões graves e esquizofrenia. Estas deficiências podem ser atualmente relacionadas as mitocondriopatias, sugeridas pelo mineralograma capilar, e podem estar relacionadas a diferentes substancias, como por exemplo, o manganês, necessário para o SOD-Mn (antioxidante dentro da mitocôndria), bem como também para as glutamina-sintetase que evita intoxicação mitocondrial por ácido glutâmico transformando em glutamina capaz de gerar GABA, neuro transmissor tranqüilizante. A dopa-beta-hidroxilase sintetiza noradrenalina da calculadora de probabilidade que protege de ansiedade antecipatória estressora. Os adubos tipo NPK seqüestram zinco, cobre, selênio e iodo dos alimentos. Os carbohidratos refinados excretam o cromo, zinco e manganês pela urina: os três minerais mais freqüentemente correlacionados com a depressão, deficientes em metade da população aos 50 anos de idade. A vitamina C é liberada do ômega 7 (os quatro ômegas) durante as microisquemias cerebrais consideradas causas freqüentes de perda de memória inclusive da doença de Alzheimer. O óxido nítrico protegido pela vitamina C liberada permite a dilatação dos vasos para a chegada de nutrientes aos neurônios e a retirada de poluentes além de evitar a produção do mais perigoso radical livre no cérebro o peróxinitrito e isto permitiria explicar porque nos estudos epidemiológicos a vitamina C é a principal vitamina encontrada no liquor de cérebros longevos. O cérebro é composto de 60% de gordura, onde o ômega 7 armazena vitamina C, que também faz parte de uma rede de antioxidantes.

• MÁ ABSORÇÃO (MAB) (Ver Quadro 5) classificada como MAB1 por hipocloridria e a conseqüente hipoglicemia e hiperglicemia por má absorção de cromo. MAB2 por deficiência em enzimas pancreático zinco dependente para a digestão de proteínas causando alergias e intolerâncias cerebrais e MAB 3 que envolve má absorção de ferro, cálcio e magnésio além de disbioses, distúrbios de permeabilidade intestinal com passagem de exotoxinas tais como: metais tóxicos e endotoxinas de germes oportunistas tais como: clostridium dificille, que bloqueia a enzima de síntese de serotonina e cândida que bloqueia a produção de ATP para proteger de stress oxidativo.

• Desregulação de neurotransmissores por excesso de poluentes também pode entrar pela pele, por exemplo: os corrinóides, ou seja, a estrutura da molécula de B12 sem o átomo central de cobalto que é substituído por metais tóxicos como chumbo, mercúrio, cádmio. Tais moléculas são confundidas pela pele, barreira do plexo coróide que faz parte da barreira hematoliquórica e barreira placentária como se fora vitamina B12 e por isso o núcleo corrine junto com os metais tóxicos que entram de contrabando funcionam como smuglers expressão alemã para contrabandista, neste caso contrabandistas que geram doenças, pois a medicina ortomolecular utiliza smuglers terapêuticos que são os metais nutritivos quelados, por exemplo: zinco, manganês e cobre quelados que são absorvidos pelo duodeno quando o estômago está com dificuldades de absorver estes mesmos metais de forma ionizada pelo ácido clorídrico em falta. Em outras palavras contornando a MAB1 enquanto não houver a MAB2. Ocorrência muito freqüente quando estamos com stress psicossocial agudo.

• A má circulação cerebral por LDL-peroxidado, e sua relação com a destruição de receptores de serotonina, e a combinação do LDL-peroxidado com a homocisteína tiolactona ( LDL + Homocisteína tiolactona) produzem placas de ateroma que entopem os vasos ao serem fagocitados por macrófagos que estufam e morrem aderentes às paredes e se transformam em células espumosas denominadas foams cells. Os efeitos neurotóxicos da homocisteina, por deficiência de B6, B9 e B12, se somam aos efeitos das isquemias geradas por conflitos e distúrbios vegetativos adrenérgicos via superóxido, que inibe o óxido nítrico, gera peroxinitrito e o CD18 do neutrófilo este funcionando como adesivo nos vasos cerebrais. A vitamina C ao gerar óxido nítrico inibe o CD18, promovendo a aerobiose neuronal, que é indispensável à síntese de neurotransmissores da inteligência emocional, do humor e da definição de identidade (neste caso, por isquemia freqüente do córtex parietal direito). A reposição de minerais cuja carência são fatores de risco de problemas cardiovasculares e isquemicos detectados pelo mineralograma capilar são pela ordem de freqüência os seguintes: magnésio, enxofre, cálcio, cobre, selênio e cromo.

• Hipoglicemia, hiperglicemia, hiperinsulinismo, resistência de receptores à insulina ao nível de braço curto e longo do cromossomo 11 e diabete cerebral do tipo2, com deficiência de receptores de glicose do tipo 1 e 3 na barreira hematoencefálica e na membrana dos neurônios e da glia respectivamente fazem parte de um conjunto de conseqüências da má ingestão de carbohidratos refinados e a fome destes carbohidratos após recomendações da opinião médica que recomenda a pirâmide alimentar americana agravada pela escasses de gorduras essenciais e excesso de luz e poluição eletromagnética conforme quadro 6. As deficiências de cromo e de vanádio, que atuam na sensibilidade dos receptores de insulina, atuam em sinergismo com os exercícios aeróbicos, por serem estes multiplicadores daqueles. Assim, o tratamento da depressão se dá através da ativação de porções dos braços curto e longo do cromossomo 11 (Quadro 6), visando à produção de monoaminas, receptores e hormônios, e vitaminas, minerais e aminoácidos, antioxidantes que condicionam síntese de EPA para inibir PLA2 conforme Quadro 4 e 5.

Na prevenção biomolecular diacrônica da depressão e dos distúrbios da inteligência emocional. Tal prevenção se dá através de quatro seguintes situações, a saber:

• Mineralograma capilar e eritrocitario na fase pré-concepcional, visando à prevenção das depressões gestacionais e relativas ao pos-parto, bem como das malformações relacionadas a distúrbios neuropsiquiátricos ex: o ácido fólico está deficiente em 70% das mal formações congênitas. A suplementação multivitamínica reduz de seis vezes as complicações na gestação e no parto;

• Dosagem do criptopirrol urinário, visando a prevenção de anedonia e dos distúrbios de atenção infantis por perda urinária de zinco e B6 sob stress emocional (temperamento H, H e P sob stress);

• Dosagem de basófilos, visando a detecção de histapenia na adolescência (basófilo de 15 por mil) em distúrbios que podem psicotizar na adolescência e passar para um tipo de esquizofrenia, que está relacionada a depressões agitadas, ansiosas e paranóicas, bem como à detecção de depressões histadélicas (basófilos de 40 por mil) apáticas e suicidas, que freqüentemente ocorrem na terceira década da vida (onde há uma maior incidência de depressão, fobias sociais e doença do pânico) (temperamento H, H e P sob stress);

• O controle de excesso de histamina (histadelia) e da falta de histamina (histapenia) é feito pela contagem absoluta de basófilos por mil e não por cento. Na histapenia os basófilos são menores de 15 por mil. Na histadelia maiores que 40 por mil. A otimização exige conhecimentos pertinentes a psiquiatria ortomolecular. Tais como histidina, B3, B9, B12 para aumentar histamina e metiomina para reduzir em ambas antioxidante e B6, zinco, manganês co-fatores de duas transaminases que modulam a histamina denominadas Serina-Hidroxi-Metil-Transferase (SHMT) e Metil-Adenosil-Transferase (MAT) e lítio que estimula a produção de serotonina, reduz o edema através da dessodificação e inibe as duas enzimas citadas PLA2 e CoAIT.

• Prevenção das depressões bipolares da menopausa, bem como das suas morbidades com distúrbios de cálcio (osteoporose) e da obesidade.

A amplificação da inteligência emocional pode ser sistematicamente entendida através do modelo neuroquímico nutricional da inteligência emocional fluídica, representado no gráfico em anexo. Tal modelo é constituído de oito etapas (Quadro 1 A e 1 B), que são:

1) Percepção das necessidades e dos sentimentos – aumentar a acetilcolina dos núcleos orbito-frontais direito e esquerdo, pela ingestão de lecitina.

2) Imaginação empática e prospectiva – aumentar a serotonina, otimizando a oferta de cromo, orotato de lítio e cobalto, em associações a triptofano, ergônios aeróbicos e B6, B2, B3, magnésio e vitamina C e zinco.

3) Calcular as probabilidades de vantagens a obter e de riscos a evitar – aumentar a noradrenalina do lóbulo frontal esquerdo, na região dorso lateral, através da vitamina C, biopterinas, cromo, lítio, cobalto, zinco, manganês, ciclo E de antioxidantes e tirosina. Evitar a MAB2 e nitracao de tirosina com enzimas digestivas pancreáticas e chá verde.

4 e 5) decidir e executar planos desejáveis – otimizar a dopamina, a serotonina, o gaba, a glutamina e (o balanço entre receptores D1 e D2, HT1 e HT2, gaba A e NMDA, lecitina e fosfatidilserina, A L carnitina e taurina, EPA e DHA. Modular a sensibilidade de receptores GABA A tratando a Histapenia e ao NMDA com glutation, ácido lipóico, manganês e zinco e removendo alumínio e chumbo.

6) coletar planos realizados.

7) comparar planos desejados com realizados.

8(+) ressonância emocional de satisfação – aumentar noradrenalina, serotonina, dopamina e histamina e seus receptores no circuito do prazer.

8( -) ressonância emocional dolorosa produzida por frustrações – reduzir receptores dopamina D2-R , serotonina 5HT2-R através de EPA na dose de 1grama diários reduz 80% de PLA2 e consequentemente de D2-R e 5HT2-R. Estes dois receptores também podem ser reduzidos por 6 milimols diários de litio com a vantagem adicional de inibir PLC em excesso nas depressões bipolares. O EPA também tem uma vantagem adicional inibir a expressão de da enzima CoAIT responsável por agravar as depressões maiores. É importante saber que a depressão com perda de razão que caracteriza os sintomas negativos da esquizofrenia também dependem do controle de EPA sobre PLA2 e aqueles receptores citados. Mas nesse caso entra em ação uma outra enzima que está sendo pesquisada denominada FAC-L2. Adicionalmente a freqüente falta de cromo, zinco e manganês em torno de 50 % após os cinqüenta anos de idade. O cromo sensibiliza os receptores de insulina no cromossomo 11, conforme Quadro 7.

A interação deste hardware da inteligência emocional com os softwares mais bem-sucedidos e conhecidos no momento, visando à amplificação da inteligência emocional, tais como a dos que constam nos Apêndices D e da obra mais recente de Daniel Goleman (1995), potencializam-se mutuamente.
Se considerarmos que o ápice de energia constatado pelas tomografias PET do lóbulo frontal, bem como de botões sinapticos que caracterizam a capacidade neuroquímica de processamento do lóbulo frontal, evidenciadas pela microscopia eletrônica, ocorrem por volta de dois anos de idade, sugerimos, então, que esta seja a idade ideal para o inicios do treinamento das aptidões emocionais, cognitivas e comportamentais. Tais procedimentos visam o aumento da eficiência do EU, de acordo com os currículos de treinamento propostos por W.T.Grant (GRANT, 1992 apud GOLEMAN, 1995) e por Karen F. Stone e Harolld Q. Dillehunt (DILLEHUNT, STONE, 1978 apud GOLEMAN, ibidem.). No que tange a neuroquímica da inteligência fluídica, sugerimos, como medida preventiva, um mineralograma capilar, a ser realizado na fase pré-concepcional, em ambos os cônjuges, que vai sugerir exames adicionais ao cruzar com entrevista clínica e testes neuropsicológicos.
O software do inconsciente dinâmico, armazenado na memória associativa do lóbulo occipital, segundo o modelo (Quadro 4) de correlato neural neopsicanalítico, inspirado em Karen Horney, pode ser resumido em oito etapas consecutivas, que são:

1. Frustração da necessidade;
2. Stress (angustia básica), gerador dos bloqueios de QE conforme Quadro 3;
3. e 4. Oscilação entre a auto-imagem idealizada e a desvalorizada;
5. e 6. regulamentos internos que K.H chama de tirania dos deveres externos e exigências neuróticas, respectivamente, visam uma defesa “narcisica”, ou seja, uma busca de glória para valorização compensadora de auto estima baixa, o que aumenta as probabilidades de acumulo de receios, ódios e desprezos a si mesmo (7) e ao mundo (8), neste caso, por projeção do ódio a si, ativando o ódio ao mundo;
7. e 8. Os receios, ódios e desprezos, quando reprimidos, podem vir a ser somatizados, exteriorizados ou até mesmo virem a ser geradores de bloqueios da inteligência emocional, via Lei da Dependência de Estado (LDE), Lei de Yerques Dodson (LYD) e Lei de Hughlins Jackson (LJH). (Ver Quadro 3).

Estes círculos viciosos entre o campo Psicológico e o Social relacionado com Stress por Conflito Íntimo Central (SCIC) e Stress de Duplo Vínculo (SDV) que produz Distúrbios neuróticos nas Relações Humanas (DnRH) e Bloqueio da Inteligência Emocional (BQE) também gerando Distúrbios Neuróticos no Trabalho Criativo interage com o stress do campo biológico. (Ver Quadro 2).
Portanto, o modelo de pesquisa de smart nutrients deve “escapar” do modelo da “Medicina baseada em Evidência”, uma vez que nutrientes, não podem ser patenteados, são criticados pelos grupos denunciados pelo Dr. Mathias Rath, em abril de 2003. Concordamos totalmente com ele e propomos um Novo Quadro Epistêmico (NQE) para Pesquisa, Ensino e Aplicação nos 3 Campos (PEA3) Bio-Psico-Social da Individualidade (Quadro Final).


Dr. Juarez Nunes Callegaro
CRM 2494
Av. Carlos Gomes, 328 conj. 503
(51) 3379.1039 / 3379.1084

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